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Galhofa criativa não salva filme de lutas fracas e sem foco; g1 já viu — 'Street Fighter'

Sangue, suor e ruptura: Elenco sofreu, mas nada perto do caos do filme de 94 O filme estreia nesta quinta-feira (15) com combates sem alma que nunca empolgam, e

Por G1 Pop & Arte 16 de outubro de 2026 às 14:48
Via G1 Pop & Arte
Galhofa criativa não salva filme de lutas fracas e sem foco; g1 já viu — 'Street Fighter'
Foto: Foto: G1 Pop & Arte
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Caracterizações fiéis, sem medo de abraçar a galhofa e o ridículo do material original, não são suficientes para salvar "Street Fighter" do maior pecado que uma adaptação de uma série clássica de games de luta poderia cometer.

Sangue, suor e ruptura: Elenco sofreu, mas nada perto do caos do filme de 94

O filme estreia nesta quinta-feira (15) com combates sem alma que nunca empolgam , esmagados pelo exagero do número de personagens do jogo que dão as caras – e desperdiça um bom elenco em cenas picotadas.

Não deixa de ser uma pena. Não só porque não é preciso muito para conseguir uma adaptação agradável do gênero, como bem prova o eterno e paupérrimo "Mortal Kombat" (1995), mas porque há vislumbres de graça.

A química e o carisma do trio de protagonistas, os bons toques de humor, o uso apropriado dos golpes especiais e a qualidade da animação escolhida para narrar o passado – tudo indício do que poderia ter sido.

Mas não há visão criativa que resista a uma enxurrada de lutadores desnecessários, enfiados na narrativa sem razão ou motivação – por mais inspiradas que sejam algumas das escalações.

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