Fique por dentro: “Três Horas Para Viver” tem perseguição de carro filmada em 360°; conheça
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisUma dupla improvável formada por Alan Ritchson ("Reacher") e Owen Wilson ("Penetras Bom de Bico"), ação sem repetições e perseguições automobilísticas filmadas de maneira pouco convencional estão entre as apostas de "Três Horas Para Viver", filme que chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira (29).
Sob a direção de Scott Waugh ("Need For Speed: O Filme"), cineasta e ex-dublê, a produção buscou construir uma experiência física, com efeitos práticos e movimentos de câmera pensados para aproximar o espectador do centro da ação.
Na trama, Ritchson interpreta Hank Malone, um ex-soldado que recebe a missão de transportar um órgão para uma menina de sete anos que precisa de um transplante urgente. O que deveria ser uma entrega contra o relógio se transforma em uma perseguição mortal quando um poderoso cartel passa a disputar a carga.
Owen Wilson interpreta Ben Bishop, parceiro improvável de Hank nessa corrida pela sobrevivência. O brasileiro Rodrigo Santoro ("300") também está elenco, no papel do antagonista Damián Zaldívar.
"O Bosque Selvagem": filme levou 5 anos e pode ser destaque no Oscar 2027 50 anos de "A Profecia": descubra tragédias misteriosas dos bastidores Ethan Hawke revela qual papel "mudou sua vida": "Certeiro e engraçado" Rodrigo Santoro e Alan Ritchson em "Três Horas Para Viver" • Vince Valitutti Uma das preocupações do diretor durante a construção das sequências de ação foi evitar que as lutas parecessem reproduções umas das outras. Segundo Waugh, a equipe trabalhou com três estilos distintos de combate para o personagem de Ritchson, considerando que Hank é um ex-soldado e não o personagem Jack Reacher, de " Reacher ", principal papel da carreira do ator.
Para a construção das cenas de ação, a produção procurou ampliar o olhar para além dos personagens principais. A intenção era acompanhar o percurso dos próprios capangas durante os confrontos, explicou um produtor em material enviado com exclusividade conforme apuração dos redatores da Empire Cidades Brasil.
Em vez de tratar os adversários como figuras descartáveis, a câmera poderia seguir um deles depois de ser atingido, por exemplo, criando pequenas narrativas dentro de uma mesma sequência. Com isso, as cenas de luta carregassem histórias paralelas, aumentando a sensação de continuidade e movimento.
Inspirado em clássicos de ação centrados em duplas de personagens, o longa priorizou efeitos práticos e cenas realizadas diretamente diante das câmeras. O objetivo era preservar a sensação de realidade, especialmente nos momentos de violência, humor e emoção.
“Este é um filme muito visceral. Precisa parecer real”, afirmou o produtor Todd Garner.
Um dos maiores desafios estava na quantidade de cenas ambientadas dentro de veículos. Aproximadamente 40 páginas do roteiro se passam em um carro em movimento, o que tornou a estrutura de filmagem automobilística um dos critérios considerados na escolha do diretor.
Alan Ritchson estava preocupado com a maneira como essas cenas seriam executadas quando começou a conversar com os possíveis cineastas para o projeto. Scott Waugh foi o único a apresentar uma solução técnica específica: uma estrutura veicular desenvolvida anteriormente para outro trabalho, interrompido pela pandemia de Covid-19, que permitia remover partes do veículo e completar a estrutura com recursos visuais, possibilitando movimentar a câmera em 360 graus a partir de diferentes pontos do automóvel.
A proposta convenceu o ator. “Pensei: ‘É ele!’ E ele realmente conseguiu”, relembrou Ritchson. O resultado, segundo o protagonista, foi a criação de sequências automobilísticas com personalidade própria, nas quais a câmera não fica limitada aos enquadramentos tradicionais feitos pelo para-brisa ou pelas janelas.
A solução ganhou destaque no clímax da produção, especialmente em uma perseguição que apresenta um plano-sequência conhecido pela equipe como "The Oner". Nele, a câmera transita de maneira fluida entre veículos em alta velocidade, buscando manter a continuidade da ação e a sensação de que o espectador está acompanhando os acontecimentos de dentro da perseguição.
“Faço questão de garantir um final impactante, por isso quis que a melhor sequência de perseguição automotiva ficasse justamente no desfecho”, explicou Waugh.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
é mudar a forma como a empresa trabalha — Ser AI Driven não é apenas usar IA
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Limpador de janelas perde a vida após cadeirinha despencar do 42º andar de prédio
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Região: Fábio Silva marca no fim e Dortmund arranca empate contra o Bayern
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.



