Fique por dentro: Coordenador de campanha de Flávio diz que esperava 'liderança' do senador e lamenta saída do país
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Consulte formatos e valores disponíveisCoordenador de campanha de Flávio diz que esperava 'liderança' do senador e lamenta saída do país Rogério Marinho afirmou desconhecer o paradeiro do ex-candidato à Presidência Parlamentares do Partido Liberal (PL-RN) concedem entrevista coletiva. Senador eleito Rogério Marinho (PL-RN). Foto: Pedro França/Agência Senado (Pedro França/Agência Senado/Flickr)
Última atualização em 27 de outubro de 2026 às 20h20.
Priorizar nos meus resultados Google Ex-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o senador Rogério Marinho (PL-RN) disse nesta terça-feira, 27, ter ficado surpreso com a saída do aliado do Brasil e que esperava que o ex-candidato assumisse um papel de liderança da oposição.
Segundo Marinho, a última conversa entre os dois ocorreu na manhã de hoje, quando Flávio disse que iria “dar um tempo”.
"Nós não tivemos notícia ainda por parte do Flávio e advogados do que de fato aconteceu. Tentamos contatar o Flávio após as informações. Recebi uma mensagem dizendo que iria dar um tempo hoje e depois conversaria conosco, por volta das 8h da manhã. Estamos surpresos porque conversamos ontem sobre a necessidade para que Flávio assumisse esse papel de liderança da oposição", disse.
O líder da oposição no Senado relatou que esteve com Flávio pela última vez na tarde de segunda-feira, 26, em uma reunião com pessoas próximas ao senador e seus advogados. Hoje, após ser procurado por veículos de imprensa, tentou entrar em contato com o aliado e recebeu uma mensagem de texto.
"Nós não temos ainda informações sobre o seu paradeiro, apenas algumas notícias que já saíram da imprensa, inclusive de outros países, que demonstram que pode ter havido um deslocamento do senador Flávio para um outro país", disse. " Nós estivemos com ele ontem até as quatro da tarde e conversamos sobre a necessidade de agradecer os votos que ele teve, uma vez que no dia da apuração nós todos fomos impactados pelo resultado", disse.
Questionado por jornalistas sobre a rota utilizada pelo senador para deixar o país, Marinho afirmou não saber como ele viajou e nem se o presidente americano, Donald Trump, concederá asilo ou visto para que Flávio e sua família permaneçam nos Estados Unidos.
Apesar da surpresa, Marinho defendeu que Flávio é alvo de perseguição política. O senador questionou a continuidade do inquérito que apura o suposto envolvimento do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com o advogado Willer Tomaz, investigado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Marinho também criticou a determinação de reter os passaportes após a divulgação do resultado das eleições e disse ver indícios de perseguição política. “Em uma democracia, é muito estranho que um candidato a presidente da República, após a proclamação do resultado, seja objeto de medida cautelar, em um inquérito em que o principal motivo caiu por terra, para retenção dos seus passaportes. Parece-me uma preparação para uma coisa mais persecutória”, afirmou.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil nesta terça-feira, 27, segundo apuração da agência americana Reuters com autoridades americanas. Derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, o senador não entregou à Polícia Federal (PF) os seus passaportes comum e diplomático. O prazo para a entrega se encerrou na manhã desta terça-feira.
Na segunda-feira, 26, Flávio foi intimado a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas e foi proibido de deixar o Brasil por uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Ainda não se sabe qual foi a rota que o senador utilizou para deixar o país.
Nas primeiras horas desta terça, havia a especulação de que Flávio teria fugido para a Argentina. Durante a madrugada, o site argentino Infobae, portal de grande circulação, informou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou à Argentina, em Puerto Iguazú, onde pegaria um voo particular rumo a Miami, nos Estados Unidos.
Em nota, a Federação União Progressita disse que a continuidade de Alcolumbre no comando do Senado Federal e do Congresso Nacional contribuiria para o equilíbrio político do país
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