Fique por dentro: Como vai funcionar a parceria entre Vivo e Starnlink para internet por satélite no celular?
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Consulte formatos e valores disponíveisComo vai funcionar a parceria entre Vivo e Starnlink para internet por satélite no celular? Serviço permite que clientes com planos elegíveis enviem mensagens, compartilhem localização e usem aplicativos de mapas em áreas sem cobertura convencional, sem consumir a franquia de dados The Starlink logo, the satellite internet constellation operated by Starlink Services, a wholly-owned subsidiary of American aerospace company SpaceX founded by Elon Musk, provides coverage to over 70 countries and aims to provide global mobile and internet broadband connection, on their pavilion during the Mobile World Congress 2025 in Barcelona, Spain, on March 5, 2025. (Photo by Joan Cros/NurPhoto via Getty Images) (Getty Images)
Última atualização em 26 de outubro de 2026 às 18h38.
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + A Vivo lançou nesta segunda-feira, 26 de outubro, o Vivo Satélite, serviço que conecta celulares diretamente à rede de satélites da Starlink em áreas sem cobertura convencional. A tecnologia permite que clientes com planos elegíveis enviem mensagens, compartilhem localização e usem aplicativos de mapas sem consumir a franquia de dados. O acesso é gratuito por tempo limitado e exige um aparelho compatível, roaming de dados ativado e visão desobstruída do céu. A conexão funciona como complemento à rede tradicional de telefonia.
A Vivo lançou nesta segunda-feira, 26, o Vivo Satélite, serviço que conecta smartphones diretamente à rede de satélites da Starlink em locais sem cobertura de telefonia móvel. A novidade permite que clientes com planos elegíveis mantenham funções básicas de comunicação e localização em regiões remotas, como áreas rurais e trechos afastados das cidades.
A conexão funciona como um complemento à rede tradicional de telefonia e não exige a instalação de antenas ou equipamentos adicionais. O acesso é gratuito por tempo limitado e, segundo as informações divulgadas pela operadora, não consome a franquia mensal de dados dos clientes elegíveis.
Entre os recursos disponíveis estão o envio de mensagens de texto e áudio, o compartilhamento de localização, o uso de aplicativos de mapas e o acesso ao canal de atendimento da Vivo.
Serviços que demandam maior capacidade de transmissão, como videochamadas e navegação livre em sites, não estão contemplados nas limitações atuais da tecnologia.
A tecnologia utilizada é chamada de Direct-to-Device (D2D), ou conexão direta com o dispositivo. O sistema permite que satélites de órbita baixa funcionem como estações de transmissão de sinal, enviando dados diretamente para celulares compatíveis.
Diferentemente dos serviços tradicionais de internet via satélite, que podem exigir antenas e modems específicos, o D2D foi desenvolvido para funcionar com smartphones convencionais compatíveis com a tecnologia.
Os satélites operam a centenas de quilômetros da superfície terrestre e se movimentam em alta velocidade. A rede precisa coordenar essas conexões para manter a comunicação com os aparelhos que estão dentro da área de cobertura.
Há, porém, uma limitação importante: o celular precisa ter uma visão desobstruída do céu para receber o sinal. Obstáculos físicos, como o teto de um carro, prédios e copas densas de árvores, podem prejudicar ou interromper a conexão.
A tecnologia não substitui a rede convencional de telefonia. A proposta é ampliar as possibilidades de comunicação em locais nos quais as antenas terrestres não oferecem cobertura.
O serviço é voltado a clientes da Vivo com planos elegíveis e aparelhos compatíveis. A operadora informa que não é necessário contratar um plano adicional, solicitar a ativação ou instalar um aplicativo específico para acessar a conexão.
A lista de aparelhos homologados pode ser consultada nos canais de atendimento da operadora. A disponibilidade dos recursos depende da compatibilidade do celular, das condições de conexão e das limitações técnicas do serviço.
A chegada do serviço ocorre após meses de testes acompanhados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em junho de 2026, a agência criou um ambiente regulatório experimental para avaliar o funcionamento da tecnologia no país.
A autorização foi renovada até 22 de abril de 2029, permitindo a exploração comercial dentro das condições estabelecidas para esse ambiente de testes.
Na fase inicial, o uso das frequências ocorre em caráter secundário. Isso significa que a transmissão via satélite não tem prioridade sobre os serviços de comunicação classificados como primários e deve ser interrompida caso provoque interferências nesses sistemas.
Os dados obtidos durante os testes poderão subsidiar a elaboração de regras definitivas para a exploração comercial da tecnologia.
A parceria com operadoras tradicionais também se insere em uma estratégia mais ampla da SpaceX, empresa responsável pela Starlink, para ampliar sua atuação no mercado de telefonia móvel.
Nos Estados Unidos, a companhia busca desenvolver a Starlink Mobile, uma estrutura que combina conexões via satélite com frequências utilizadas por redes móveis terrestres. O modelo pretende oferecer cobertura em regiões remotas e, ao mesmo tempo, utilizar torres para ampliar o sinal em áreas urbanas e dentro de edifícios.
Segundo as informações divulgadas, a SpaceX desembolsou cerca de US$ 8 bilhões pela aquisição de frequências na faixa de 800 MHz nos Estados Unidos. A operação reforça a estratégia de expansão da empresa para além da oferta de internet via satélite.
O avanço desse modelo pode aumentar a concorrência com as operadoras tradicionais, que hoje dependem de infraestrutura terrestre para oferecer cobertura móvel. A entrada direta de empresas de satélites no mercado, porém, depende de aspectos técnicos, regulatórios e comerciais em cada país.
No Brasil, o Vivo Satélite representa uma aplicação da conexão direta entre satélites e celulares por meio de uma parceria com uma operadora já estabelecida. Por enquanto, a proposta é complementar a cobertura existente, sobretudo em locais onde o sinal convencional não chega.
É um serviço da Vivo que permite conectar smartphones compatíveis diretamente à rede de satélites da Starlink em locais sem cobertura convencional de telefonia móvel.
Sim. O serviço é gratuito por tempo limitado para clientes com planos elegíveis, segundo as informações divulgadas pela operadora.
O serviço permite utilizar recursos como mensagens de texto e áudio, compartilhamento de localização, aplicativos de mapas e o canal de atendimento da Vivo. Videochamadas e navegação livre em sites não estão disponíveis nas condições atuais da tecnologia.
Não. Clientes elegíveis não precisam contratar um plano adicional, solicitar a ativação ou baixar um aplicativo específico. É necessário ter um celular compatível e manter o roaming de dados ativado.
O serviço exige um smartphone compatível com redes 4G (LTE) ou 5G, além de um chip físico atualizado ou eSIM compatível.
A tecnologia exige visão desobstruída do céu. Obstáculos como o teto de um carro, prédios e copas densas de árvores podem prejudicar ou interromper o sinal.
Não. A conexão via satélite funciona como complemento à rede terrestre, permitindo manter algumas funções de comunicação e localização em áreas sem cobertura das antenas convencionais.
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