Fique por dentro: Candidato a vice de Flávio Bolsonaro aciona Justiça contra Tabata Amaral
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google O candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) , o deputado federal Alfredo Gaspar, apresentou notícia-crime contra Tabata Amaral neste sábado, 24. Ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, ele questiona um vídeo publicado na sexta-feira no qual a também deputada cita uma acusação de estupro envolvendo o político.
No vídeo, Tabata afirma que Gaspar “responde a acusações muito graves”, enquanto exibia, na tela, uma manchete que afirma que ele é “acusado de estupro em processo que está parado no STF aguardando manifestação da PGR”.
“É necessário esclarecer desde já: o Noticiante não responde a acusação alguma, e a única acusação grave já formulada contra ele, a de estupro de vulnerável, foi arquivada por falta de ‘suporte mínimo’, sem que sequer se instaurasse inquérito, como já é de conhecimento da Noticiada”, diz a notícia-crime apresentada pelo candidato a vice.
O caso vem sendo explorado por adversários. Na sexta-feira, o ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou uma queixa-crime apresentada por Gaspar contra o também deputado Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke por calúnia, devido a uma acusação de estupro.
Gilmar já havia negado, no início do mês, um pedido de investigação contra Gaspar por esse episódio, em outro processo. O ministro considerou que não havia elementos suficientes para justificar a apuração. Na sexta-feira, contudo, Gilmar reconheceu que as declarações de Lindbergh e Soraya foram ofensivas, mas avaliou que elas estão protegidas pela imunidade parlamentar.
Na semana passada, Gaspar também apresentou notícia-crime à Justiça Eleitoral de Porto Alegre contra a ex-deputada Manuela D’Ávila (PSOL-RS).
Durante uma manifestação em favor de Lula na capital gaúcha, Manuela acusou Alfredo Gaspar de estupro. “Não deixem que o Brasil tenha na vice-presidência um homem que estuprou uma menina da idade da minha filha”, disse a deputada.
Gaspar informou à Justiça que Manuela fez a acusação 11 dias após o Supremo Tribunal Federal arquivar a denúncia, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que não viu provas da denúncia feita por Lindbergh e Soraya Thronicke.
“O noticiante jamais foi investigado, denunciado ou condenado pela prática de estupro, de estupro de vulnerável ou de qualquer outro crime sexual”, diz a defesa de Gaspar.
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