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Fachin homologa delação de ex-dono da Reag — Caso Master

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 6 de novembro de 2026 às 17:41
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Fachin homologa delação de ex-dono da Reag — Caso Master
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Acordo foi assinado com a PGR em setembro no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de crimes no Banco Master

Siga no Google Discover Priorizar nos meus resultados Google O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, homologou nesta sexta-feira (6) a proposta de delação premiada do empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag. A decisão está sob sigilo.

Em setembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia assinado um acordo de colaboração premiada com Mansur. A delação se tornou a primeira a ser firmada no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de crimes relacionados ao Banco Master. Segundo apurou o SBT News, a Polícia Federal não teria participado das negociações.

Mansur é investigado no caso Master. A suspeita é de que fundos administrados pela Reag tenham sido usados para operações que inflavam artificialmente o patrimônio do banco controlado por Daniel Vorcaro, inclusive com carteiras de crédito de difícil recuperação.

No STF, o processo tinha como relator original o ministro André Mendonça. No entanto, ele foi transferido para a presidência do Supremo, sob responsabilidade de Fachin, após uma crise institucional entre ministros da Corte.

A colaboração premiada é um instrumento jurídico pelo qual um investigado ou acusado fornece informações e provas às autoridades em troca de benefícios, que devem estar previstos no acordo e passam pela análise da Justiça.

Além das investigações sobre o Banco Master, a Reag foi alvo da PF na Operação Carbono Oculto. A empresa, que administrava fundos de investimentos, é suspeita de ter sido utilizada em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado até R$ 1 bilhão para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo as investigações.

Em janeiro deste ano, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição.

#Brasil#Polícia
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