Entenda: Saiba quantos brasileiros votam no exterior em 2026 e em quais países
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Consulte formatos e valores disponíveisSaiba quantos brasileiros votam no exterior em 2026 e em quais países EUA lideram lista, seguidos por Portugal e Japão: no total, quase um milhão de eleitores exercem seu direito ao voto no exterior As eleições de 2026 viram quase um milhão de eleitores no exterior no primeiro turno (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Publicado em 20 de outubro de 2026 às 16h37 .
Última atualização em 20 de outubro de 2026 às 16h39 .
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Quase 919 mil brasileiros residentes no exterior estavam aptos a votar nas eleições de 2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os 918.876 eleitores, registrados em 134 países, votam apenas para presidente e vice-presidente; Estados Unidos, Portugal e Japão concentram cerca de 53% desse eleitorado. O total cresceu 31,82% ante 2022.
Quase 919 mil brasileiros residentes no exterior estavam aptos a votar nas eleições de 2026, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 918.876 eleitores estão registrados em 134 países, distribuídos em 186 cidades em cinco continentes. O contingente equivale a pouco mais de 0,5% dos aproximadamente 158,7 milhões de eleitores brasileiros.
Os Estados Unidos concentram a maior parcela do eleitorado brasileiro no exterior , com 28,89% do total. Portugal aparece em segundo lugar, com 14,67%, seguido pelo Japão, com 9,62%. Juntos, os três países reúnem cerca de 53% dos brasileiros habilitados a votar no exterior, segundo dados do TSE divulgados pelo Senado.
Diferentemente dos eleitores com domicílio eleitoral no Brasil, os brasileiros registrados no exterior podem votar apenas para os cargos de presidente e vice-presidente da República. O segundo turno das eleições de 2026 está marcado para 25 de outubro.
O número de eleitores residentes no exterior cresceu nos últimos anos. Em 2022, eram 697.078 brasileiros habilitados a votar no exterior, ante pouco mais de 354 mil em 2014. Na comparação com a eleição anterior, o aumento em 2026 foi de 31,82%, o equivalente a 221.798 pessoas a mais.
As mulheres são maioria entre os eleitores registrados fora do Brasil, somando aproximadamente 528 mil pessoas, o que corresponde a 57% do total. Os homens representam 43%, cerca de 391 mil eleitores.
Em relação ao estado civil, 52% dos brasileiros aptos a votar no exterior são solteiros, enquanto 42% são casados. Divorciados correspondem a 6% e viúvos, a 1%. O cadastro eleitoral também inclui 6.614 pessoas com deficiência, o equivalente a 0,72% do eleitorado no exterior.
A escolaridade predominante é o ensino superior completo, que corresponde a 38% dos eleitores. Em seguida, aparecem aqueles com ensino médio completo, com 29%, e superior incompleto, com 13%. Outros 10% não concluíram o ensino médio, enquanto 5% têm ensino fundamental completo, 3% têm ensino fundamental incompleto e 1% sabe ler e escrever.
Por faixa etária, o grupo mais numeroso é o de brasileiros de 40 a 44 anos. Na sequência, aparecem os eleitores de 45 a 49 anos e os de 35 a 39 anos.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros residentes no exterior estavam aptos a votar em 2026. Eles estavam registrados em 134 países e 186 cidades de cinco continentes.
Os Estados Unidos concentram 28,89% do eleitorado brasileiro no exterior, seguidos por Portugal, com 14,67%, e Japão, com 9,62%. Juntos, os três países reúnem cerca de 53% do total, segundo dados do TSE divulgados pelo Senado.
Os brasileiros com domicílio eleitoral no exterior podem votar apenas para presidente e vice-presidente da República. O segundo turno das eleições de 2026 estava marcado para 25 de outubro.
O eleitorado brasileiro no exterior cresceu 31,82% em comparação com 2022, o equivalente a 221.798 pessoas a mais. O número passou de 697.078 eleitores em 2022 para 918.876 em 2026.
As mulheres representam 57% do eleitorado no exterior, com cerca de 528 mil pessoas, enquanto os homens correspondem a 43%, ou aproximadamente 391 mil. Entre os eleitores, 52% são solteiros e 42% são casados.
O ensino superior completo é a escolaridade mais comum, com 38% dos eleitores. Em seguida aparecem o ensino médio completo, com 29%, e o ensino superior incompleto, com 13%.
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