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Entenda: O que faria o eleitor mudar de voto a poucos dias do 2º turno? Veja pesquisa

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 22 de outubro de 2026 às 17:10
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Entenda: O que faria o eleitor mudar de voto a poucos dias do 2º turno? Veja pesquisa
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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O que faria o eleitor mudar de voto a poucos dias do 2º turno? Veja pesquisa Levantamento Meio/Ideia mostra que 16,3% dos entrevistados ainda podem mudar de escolha; propostas dos candidatos e desempenho em debates estão entre os fatores mais citados 2º turno: 83,7% dos entrevistados dizem já estar decididos sobre o voto (Ricardo Stuckert / PR/Agência Senado/Flickr)

Publicado em 22 de outubro de 2026 às 13h41 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 21, mostra que 16,3% dos eleitores ainda podem mudar de voto no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Entre os indecisos quanto à manutenção da escolha, propostas dos candidatos e desempenho nos debates são os fatores mais citados, ambos com 16%. O levantamento também aponta empate técnico na disputa presidencial, com Flávio registrando 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula.

A poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais, 16,3% dos eleitores afirmam que ainda podem mudar de voto na disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Entre os que admitem rever a escolha, as propostas dos candidatos e o desempenho nos debates estão entre os fatores que mais poderiam influenciar a decisão, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 21.

De acordo com o levantamento, 83,7% dos entrevistados dizem já estar decididos sobre o voto. A pesquisa perguntou aos eleitores que ainda estão abertos o que os levaria a mudar de ideia.

Entre as respostas, 16% apontaram a descoberta de uma proposta do próprio candidato que considerassem ruim para si. O mesmo percentual citou o desempenho dos candidatos nos debates antes do segundo turno.

Apenas 8,2% afirmaram que poderiam mudar de voto diante da revelação de um escândalo de corrupção de última hora envolvendo seu candidato. A mesma proporção mencionou a descoberta de uma proposta do adversário que ainda não conheciam.

O apoio de um governador eleito foi citado por 6,1% dos entrevistados que ainda poderiam mudar de escolha. Já 2,5% disseram que poderiam considerar a mudança ao perceber que o candidato oposto tem mais chances de vencer a eleição.

O apoio de um candidato derrotado no primeiro turno ao adversário foi mencionado por 2% dos entrevistados. Outros 1,6% apontaram o apoio de uma personalidade pública, artista ou influenciador digital ao candidato adversário.

A resposta mais frequente, porém, foi “não sabe”, escolhida por 39,3% dos eleitores que ainda poderiam mudar de voto.

A pesquisa também aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto. Nos votos válidos, que desconsideram brancos e nulos e são usados pela Justiça Eleitoral para definir o resultado, o senador tem 51%, ante 49% do presidente.

A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro, de 2,5 pontos para mais ou para menos.

Nos votos totais, Flávio soma 48% e Lula, 46%. Os votos brancos e nulos representam 3,4%, enquanto 2,6% dos entrevistados não sabem em quem votar.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores por telefone, entre quinta-feira, 15, e segunda-feira, 19. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08251/2026.

Segundo a pesquisa Meio/Ideia, 16,3% dos eleitores afirmam que ainda podem mudar de voto na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Outros 83,7% dizem já estar decididos sobre a escolha.

Entre os eleitores que admitem mudar de escolha, 16% citam a descoberta de uma proposta negativa do próprio candidato, e outros 16% mencionam o desempenho nos debates. A revelação de um escândalo de corrupção e a descoberta de uma proposta do adversário aparecem com 8,2% cada.

Entre aqueles que admitem rever a escolha, 6,1% citam o apoio de um governador eleito, 2% mencionam o apoio de um candidato derrotado no primeiro turno ao adversário e 1,6% apontam o apoio de artistas, personalidades públicas ou influenciadores digitais ao candidato adversário.

Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente, com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula. A diferença de 2 pontos percentuais está dentro da margem de erro informada, de 2,5 pontos percentuais, configurando empate técnico.

Nos votos totais, Flávio Bolsonaro registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula tem 46%. Os votos brancos e nulos somam 3,4%, e 2,6% dos entrevistados não sabem em quem votar.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores por telefone entre 15 e 19 de outubro de 2026. A margem de erro informada é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08251/2026.

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