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Entenda: Márcio França é cotado para voltar ao governo após reeleição de Lula

Entre os nomes que podem voltar à Esplanada dos Ministérios está Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo e ex-ministro do Empreendedorismo.

Por Redatores da Empire Cidades 31 de outubro de 2026 às 16:01
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Entenda: Márcio França é cotado para voltar ao governo após reeleição de Lula
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Logo compartilhamento facebook Logo compartilhamento linkedin Logo compartilhamento whatsapp Logo compartilhamento telegram Logo Compartilhar E-mail A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu caminho para uma reorganização da equipe ministerial que assumirá o próximo mandato, em janeiro de 2027. Entre os nomes que podem voltar à Esplanada dos Ministérios está Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo e ex-ministro do Empreendedorismo.

A possibilidade de retorno ganhou espaço nas articulações políticas após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado em 25 de outubro.

França deixou o governo federal em abril de 2026 para participar das disputas eleitorais em São Paulo. Agora, seu histórico de atuação na administração federal e a proximidade com integrantes do PSB podem favorecer uma nova indicação.

Até o momento, entretanto, não há confirmação oficial de que Márcio França receberá um ministério.

Com a vitória nas urnas, Lula iniciou uma nova etapa de negociações para definir a composição de seu quarto mandato presidencial.

O presidente poderá manter integrantes da atual equipe, promover substituições ou reorganizar responsabilidades entre os ministérios.

As decisões também deverão considerar a relação do Executivo com o Congresso Nacional.

A formação de uma base parlamentar capaz de apoiar projetos do governo será um dos fatores relevantes nas negociações.

Nesse contexto, nomes com experiência administrativa e articulação partidária voltaram a ser discutidos.

Márcio França aparece entre as possibilidades, embora ainda não exista definição sobre qual função poderia ocupar.

O ex-governador anunciou sua saída do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte em 2 de abril de 2026.

A decisão foi tomada após uma conversa com Lula.

Na ocasião, França afirmou que pretendia concentrar seus esforços no cenário eleitoral paulista e nas atividades políticas do PSB.

Sua saída também atendeu às exigências de desincompatibilização aplicáveis a integrantes do governo que pretendem disputar eleições.

Antes de comandar o Ministério do Empreendedorismo, França havia ocupado o Ministério de Portos e Aeroportos.

A passagem por diferentes áreas da administração federal é um dos elementos que podem pesar em uma eventual escolha para o novo mandato.

Márcio França mantém uma trajetória política ligada ao PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin.

A proximidade entre os dois políticos remonta à atuação de ambos em São Paulo.

França foi vice-governador durante a administração de Alckmin e assumiu o governo paulista em 2018.

Posteriormente, integrou a equipe de Lula a partir de 2023.

A relação com integrantes da atual administração pode facilitar conversas sobre um eventual retorno.

Entretanto, a existência de vínculos políticos não significa que uma nomeação esteja assegurada.

A montagem da equipe ministerial envolve interesses de diferentes partidos.

Com a nova composição do Congresso Nacional, Lula precisará avaliar como organizar uma base de apoio para o mandato que começará em 2027.

A distribuição de cargos pode fazer parte dessas negociações, ao lado de compromissos relacionados à votação de projetos e propostas do Executivo.

O presidente também deverá considerar nomes que participaram da campanha eleitoral e integrantes de partidos que contribuíram para sua reeleição.

O PSB ocupa uma posição relevante nesse cenário por integrar a chapa presidencial.

Ainda assim, a definição sobre eventuais ministérios dependerá das conversas conduzidas pelo Palácio do Planalto.

A possibilidade de Márcio França voltar ao governo permanece no campo das articulações políticas.

Não foram confirmados o ministério que poderia ocupar, a data de uma eventual nomeação ou a existência de convite formal.

A reeleição de Lula permite que o presidente reorganize a equipe sem a necessidade de uma transição administrativa entre governos diferentes.

A nova posse está prevista para 5 de janeiro de 2027.

Até lá, o Palácio do Planalto poderá anunciar mudanças e negociar a participação de aliados na administração federal.

#São Paulo#Belém#Política#Governo#Empreendedorismo
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