URGENTE
Voltar para a página inicial

Entenda: Justiça de SP concede liberdade provisória a Alessandra Moja, liderança da Favela do Moinho acusada de ligação com o PCC

A decisão foi assinada pelo juiz Antonio Carlos Martins, da 1ª Vara Estadual de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores, na última segunda

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 20:58
71.352 visualizações
Entenda: Justiça de SP concede liberdade provisória a Alessandra Moja, liderança da Favela do Moinho acusada de ligação com o PCC
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Alessandra Moja Cunha, liderança da Favela do Moinho, ao deixar a Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte de São Paulo, nesta quarta-feira (28) — Foto: Reprodução/Instagram

A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória a Alessandra Moja Cunha, liderança da Favela do Moinho apontada pelo Ministério Público (MP) como integrante de uma organização criminosa ligada ao PCC. A decisão foi assinada pelo juiz Antonio Carlos Martins, da 1ª Vara Estadual de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores, na última segunda-feira (27).

Alessandra estava presa preventivamente desde setembro de 2025, quando foi alvo da Operação Sharpe, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e pela Polícia Militar. Na época, investigadores a apontaram como uma das lideranças de um esquema ligado ao PCC na Favela do Moinho, no Centro da capital. Outras nove pessoas foram presas na ação, entre elas o marido de Alessandra, Roberto Gonçalves da Cruz, e a filha dela, Yasmin Moja.

Na decisão, o magistrado afirmou que, embora o processo ainda esteja em andamento e envolva uma investigação complexa, a prisão preventiva poderia ser substituída por medidas cautelares. O juiz destacou que Alessandra é mãe de uma adolescente e de um filho com transtorno do espectro autista que demanda cuidados específicos. Segundo ele, razões humanitárias ligadas à situação dos filhos justificam, neste momento, que ela responda ao processo em liberdade.

#São Paulo#Justiça
Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas