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Entenda: Empresa de jatinho que levou Flávio aos EUA é investigada na Argentina

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 28 de outubro de 2026 às 16:08
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Entenda: Empresa de jatinho que levou Flávio aos EUA é investigada na Argentina
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Joe Raedle/Getty Images A empresa Baires Fly S.A, dona do jatinho que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL) da Argentina para o Equador, e de lá para os Estados Unidos, é investigada por suposta lavagem de dinheiro de um esquema de corrupção no órgão público Agência Nacional de Discapacidade da Argentina (Andis).

Flávio deixou o Brasil após perder as eleições e ter os passaportes cancelados pela Justiça. O senador viajou à Argentina e utilizou o avião Gulfstream G400 para deixar o país na noite de terça-feira (27/10). O governo Milei confirmou que o senador brasileiro chegou ao país pela fronteira da província de Misione sàs 22h50 e deixou o país às 23h30 no avião da Baires Fly S.A.

O Ministério Público Fiscal da Argentina acusa ex-funcionários da Andis, empresários e intermediários de integrar um esquema de direcionamento de contratos públicos, simulação de concorrência, sobrepreços em medicamentos e pagamento de propinas. O esquema teria ocorrido em 2025, já no governo de Javier Milei.

Um dos protagonistas do escândalo é Diego Spagnuolo, ex-advogado de Javier Milei que era diretor da Andis. Áudios atribuídos a ele, divulgados em agosto de 2025, revelam um suposto esquema de cobranças de propinas nos contratos de medicamentos, mencionando inclusive Karina Milei, irmã do presidente e secretária-geral da Presidência argentina.

Segundo a acusação, a distribuidora Suizo Argentina e outras empresas teriam sido beneficiadas pelas irregularidades, enquanto parte dos recursos públicos teria sido destinada a pagamentos ilegais.

Nesse caso, promotores alegam que diversas empresas distribuidoras de medicamenrts transferiram recursos a Baires Fly S.A, suspeita de lavar o dinheiro. A empresa é acusada de emitir notas fiscais de supostos serviços de transportes aeronáuticos para justificar os valores recebidos.

O caso atualmente na Justiça Federal criminal da cidade de Buenos Aires, ainda em fase de investigação criminal.

#Internacional#Saúde
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