Em destaque: O principal sinal da penúltima pesquisa Quaest sobre a disputa Flávio x Lula antes do segundo turno
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google A penúltima pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial identificou um aumento expressivo da indecisão entre eleitores independentes, grupo que reúne aqueles que não se identificam nem com a direita nem com a esquerda. Embora Lula e Flávio Bolsonaro permaneçam tecnicamente empatados, o crescimento desse contingente é um dos principais sinais da reta final da disputa, segundo Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, em entrevista ao programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal. (este texto é um resumo do vídeo acima)
No levantamento divulgado nesta quarta-feira, Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro, o senador tinha 46%, enquanto o presidente mantinha 44%. A oscilação de Flávio está dentro da margem de erro e, segundo Russo, não indica uma mudança significativa no quadro eleitoral. O empate técnico entre os dois candidatos, afirmou, vem sendo registrado pela Quaest desde setembro.
O dado que mais se destaca, na avaliação de Russo, aparece na intenção de voto espontânea, quando o entrevistado responde sem receber previamente os nomes dos candidatos como opções. Entre os eleitores independentes, o percentual dos que se declaram indecisos passou de 13% para 31%.
“E o eleitor independente está olhando para as opções e falando: ‘Olha, eu não sei agora o que eu vou fazer’”, afirmou o diretor da Quaest. Esse grupo representa aproximadamente 30% do eleitorado brasileiro, segundo ele.
Para Russo, o movimento mostra que esses eleitores, que não demonstravam preferência ideológica por nenhum dos dois campos, enfrentam dificuldades para definir seu voto na reta final. A pesquisa permite identificar essa tendência, mas não aponta, por si só, para qual candidato os indecisos poderão migrar.
Apesar do crescimento da indecisão, Russo considera prematuro concluir que haverá mais eleitores ausentes nas urnas. Segundo ele, as pesquisas costumam registrar uma intenção de comparecimento superior à participação efetiva, o que dificulta antecipar o comportamento do eleitor no dia da votação.
O diretor da Quaest avalia, inclusive, que a competitividade da eleição pode estimular a participação. Em disputas apertadas, o receio de uma vitória do candidato rejeitado pode levar eleitores a comparecer às urnas mesmo quando não estão plenamente satisfeitos com as opções disponíveis.
VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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