Em destaque: DESTAQUE Governo federal estuda aplicar IOF em investimentos isentos
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMedida em análise pela equipe econômica busca recuperar receitas federais e atingir aplicações como LCI, LCA e debêntures.
Moradores de Guarulhos que possuem investimentos em renda fixa devem ficar atentos às movimentações da equipe econômica nacional. O governo federal avalia a possibilidade de recriar o Imposto sobre Operações Financeiras para tributar aplicações financeiras que atualmente contam com benefícios fiscais. A discussão nacional impacta diretamente o planejamento financeiro de quem investe em títulos isentos e busca alternativas de proteção para o patrimônio.
O estudo conduzido pela Fazenda coloca na mira da tributação as Letras de Crédito Imobiliário, Letras de Crédito do Agronegócio, Certificados de Recebíveis Imobiliários, Certificados de Recebíveis do Agronegócio e as debêntures incentivadas. Atualmente, essas operações contam com alíquota zero do imposto. A movimentação ocorre após o Congresso barrar tentativas anteriores de elevar a taxação desses produtos por meio de projetos legislativos.
Como o tributo pode ter as alíquotas modificadas por decreto do Executivo, a cobrança poderia ser implementada sem a necessidade de aprovação prévia dos parlamentares. Argumentos levantados na Fazenda apontam que as vantagens tributárias afetam a concorrência entre títulos privados e públicos, elevando o custo de financiamento da dívida pública. O benefício fiscal associado aos títulos representa uma renúncia estimada em R$ 33 bilhões por ano aos cofres públicos, integrando as discussões sobre o ajuste das contas para 2027.
Em junho de 2025, o governo tentou reduzir as vantagens desses investimentos via medida provisória com previsão de Imposto de Renda de 5% sobre os rendimentos de novas emissões, estimando arrecadar R$ 2,6 bilhões em 2026. No entanto, em outubro de 2025, a Câmara retirou a proposta da pauta por 251 votos a 193, fazendo a medida perder a validade. O uso do decreto é visto como um caminho administrativo mais ágil, embora também esteja sujeito a contestações jurídicas e legislativas.
Leia também Economia Inss alerta sobre golpes envolvendo suposto bloqueio por biometria 28 de outubro de 2026 Economia Endividamento de risco atinge 20 milhões no país e exige alerta 28 de outubro de 2026 Economia Novo orçamento da CDE para 2026 é aprovado pela Aneel 27 de outubro de 2026 ← Voltar para a home
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
administração municipal recebe inscrições de mulheres com fibromialgia para vivência arteterapêutica nesta quinta-feira
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Bocas de lobo obstruídas são limpas pela administração municipal na Vila Rio e Parque Continental
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Entenda: Feijó é o aeródromo do Acre com mais movimento entre janeiro a setembro deste ano
O resultado é o maior volume mensal do ano e representa um crescimento de 6,3% em relação a agosto, quando foram contabilizadas 1.387 operações.



