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Em destaque: Após desafio de Lula, Flávio prococola no TSE pedido de quebra de sigilo de aliados do presidente

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 21 de outubro de 2026 às 18:25
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Em destaque: Após desafio de Lula, Flávio prococola no TSE pedido de quebra de sigilo de aliados do presidente
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Após desafio de Lula, Flávio prococola no TSE pedido de quebra de sigilo de aliados do presidente Em petição, senador pede acesso a informações bancárias de pessoas próximas ao presidente, além de registros de entrada de Daniel Vorcaro e seus intermediários nos palácios presidenciais (Renato Pizzutto/Band/Montagem EXAME/Divulgação)

Publicado em 21 de outubro de 2026 às 14h44 .

Última atualização em 21 de outubro de 2026 às 15h03 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condicionou nesta quarta-feira, 21, a abertura de seus sigilos bancário e telefônico à divulgação de mais dados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em petição ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido inclui dados de familiares e aliados de Lula, além de registros de acesso aos palácios presidenciais.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condicionou a abertura de seus sigilos bancário e telefônico à divulgação de mais dados por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) . Em petição protocolada nesta quarta-feira, 21, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do PL pediu que a medida também alcance informações de mais pessoas próximas ao petista e registros de acesso aos palácios presidenciais.

Entre os alvos dos pedidos estão o Instituto Lula, o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Flávio também quer acesso à agenda da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, e aos registros de entrada do banqueiro Daniel Vorcaro e de seus intermediários, entre eles o ex-ministro Guido Mantega, no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada.

A iniciativa de Flávio responde ao desafio de Lula durante o debate de TV Bandeirantes no domingo, 18. O pedido foi protocolado no TSE na terça-feira, 20. O presidente autorizou a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico referentes aos últimos oito anos, desde que o adversário também fizesse o mesmo. A proposta já incluia as informações de Janja e dos cinco filhos do petista. Na ocasião, afirmou que a intenção era “ver quem de fato é bandido”.

Neste caso, Flávio teria que levantar o sigilo em relação ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, sua mãe, Rogéria Bolsonaro, sua esposa, Fernanda Bolsonaro, além de seus irmãos: o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) e o deputado federal eleito Jair Renan (PL-SC).

No documento, a equipe jurídica de Flávio afirma que a proposta de Lula seria insuficiente para esclarecer suspeitas sobre o patrimônio do presidente. Segundo os advogados, a divulgação de informações de terceiros seria necessária para aumentar a transparência.

“De toda forma, para evitar que o candidato adversário se valha de mais uma promessa vazia às custas do eleitorado, de mais uma mentira feita apenas para existir enganar o povo brasileiro, como é do seu feitio, o aceite ao desafio é manifestado com uma única condição: a de que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em exercício de honestidade para com a população brasileira, acrescente à sua autorização todas as informações que há muito clamam pelo melhor desinfetante: a luz solar”, afirma a equipe.

A Polícia Federal conduz duas investigações que envolvem Flávio Bolsonaro. Uma delas apura um pedido de R$ 134 milhões ao empresário Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. Os recursos teriam sido destinados a um fundo nos Estados Unidos com o objetivo de custear o filme Dark Horse, que conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. O segundo inquérito investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas relacionadas ao advogado Willer Tomaz, amigo pessoal do senador, e a casas de apostas.

Flávio Bolsonaro condicionou a abertura de seus sigilos bancário e telefônico à divulgação de mais informações por Lula. O senador pediu dados de pessoas próximas ao presidente e registros de acesso ao Palácio do Planalto e ao Palácio da Alvorada.

Flávio Bolsonaro pediu informações do Instituto Lula, de Fábio Luís Lula da Silva, de Marco Aurélio Santana Ribeiro e da primeira-dama Rosângela Lula da Silva. O senador também solicitou registros de entrada de Daniel Vorcaro, Guido Mantega e outros intermediários nos palácios presidenciais.

Lula autorizou a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos, desde que Flávio Bolsonaro adotasse a mesma medida. A proposta também incluía informações de Janja e dos cinco filhos do presidente.

Flávio Bolsonaro teria de incluir o ex-presidente Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro, Fernanda Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Jair Renan. A exigência decorre da proposta apresentada por Lula durante o debate da TV Bandeirantes no domingo, 18.

Segundo a equipe jurídica de Flávio Bolsonaro, a proposta de Lula seria insuficiente para esclarecer suspeitas sobre o patrimônio do presidente. Os advogados afirmam que informações de terceiros seriam necessárias para ampliar a transparência.

A Polícia Federal conduz uma investigação sobre um pedido de R$ 134 milhões ao empresário Daniel Vorcaro, recursos que teriam como destino um fundo nos Estados Unidos para custear o filme Dark Horse. Outro inquérito apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ligadas ao advogado Willer Tomaz e a casas de apostas.

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