Em destaque: A lição das redes que Lula deve levar para o quarto mandato
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

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Consulte formatos e valores disponíveisRicardo Stuckert O presidente Lula saiu do segundo turno das eleições de 2026 com uma lição que aliados esperam ver refletida em seu quarto mandato: a necessidade de manter uma comunicação mais direta e constante com a população por meio das redes sociais.
A aposta de auxiliares é de que parte das mudanças adotadas na comunicação durante o segundo turno da campanha seja mantida ao longo do novo governo. Entre elas, o contato mais direto de Lula com a população pelas redes e até a realização de lives.
Um dos personagens por trás dessa mudança foi o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT). Um dia após Flávio Bolsonaro (PL) largar na frente no primeiro turno, Fonteles sugeriu que Lula começasse a gravar vídeos em formato selfie para as redes.
Num primeiro momento, o presidente resistiu à ideia e argumentou que não deixaria de fazer política nas ruas. A resistência, porém, durou pouco. Lula aderiu ao formato e, na avaliação de aliados, percebeu rapidamente a resposta positiva de quem estava do outro lado da tela.
Para integrantes da campanha, o presidente entendeu que seu poder de convencimento e sua capacidade de comunicação também precisavam passar pelo ambiente digital. A avaliação é que as redes se tornaram uma ferramenta para recuperar um vínculo direto com parte da população que havia se perdido nos últimos anos.
“O velho finalmente entendeu o que a gente fala para ele desde 2023”, resumiu à coluna um aliado de primeira hora.
Auxiliares relatam que Lula ficou “encantado” com o acolhimento que recebeu nas redes sociais. Somada às mobilizações nas ruas, essa resposta no ambiente digital deu, segundo aliados, mais resiliência ao presidente durante a disputa do segundo turno e ajudou a fazê-lo perceber como as duas frentes poderiam caminhar juntas.
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