Domínguez erra nas substituições e Atlético sofre susto desnecessário — Opinião
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Consulte formatos e valores disponíveisFavorite o Lance! no Google Atletico Mineiro's Argentine head coach Eduardo Dominguez speaks with Atletico Mineiro's midfielder #08 Maycon during the Copa Sudamericana semifinal second leg football match between Uruguay's Montevideo City Torque and Brazil's Atletico Mineiro at the Centenario stadium in Montevideo on October 21, 2026. (Photo by Eitan ABRAMOVICH / AFP) Ver Resumo da matéria por IA O Atlético garantiu vaga na final da Copa Sul-Americana, mas o drama vivido nos minutos finais contra o Montevideo City Torque acendeu um alerta para Eduardo Domínguez. Após vencer por 3 a 0 na Arena MRV, o Galo foi derrotado por 2 a 0 no Uruguai e, apesar da classificação, sofreu com as decisões do treinador e a perda de controle da partida na reta final. Resumo supervisionado pelo jornalista! O Atlético garantiu vaga na final da Copa Sul-Americana, mas o drama vivido nos minutos finais contra o Montevideo City Torque acendeu um alerta para Eduardo Domínguez. Após vencer por 3 a 0 na Arena MRV, o Galo foi derrotado por 2 a 0 no Uruguai e, apesar da classificação, sofreu com as decisões do treinador e a perda de controle da partida na reta final.
O Atlético administrava bem a vantagem no placar agregado até a metade do segundo tempo, quando Alan Franco, que já tinha cartão amarelo, recebeu a segunda advertência e foi expulso. Pouco antes, Domínguez havia realizado substituições e poderia ter optado pela saída do volante, que já corria o risco de deixar a equipe com um jogador a menos.
As mudanças promovidas pelo treinador também não surtiram o efeito esperado. Com a expulsão, o Galo perdeu força para controlar o confronto e passou a sofrer com a pressão dos uruguaios, que marcaram duas vezes nos minutos finais e ameaçaram a classificação atleticana.
Apesar do susto, o Atlético conseguiu segurar a vantagem construída no jogo de ida e confirmou a presença na decisão continental. No entanto, a atuação nos minutos finais deixa lições importantes para Domínguez e seus comandados.
O Atlético iniciou a partida, mesmo com a ampla vantagem construída no jogo de ida, priorizando a posse de bola e a troca de passes. A equipe circulava a bola na zona intermediária, sem pressa para acelerar as jogadas e chegar ao ataque.
No entanto, o Montevideo City Torque conseguiu encontrar espaços e criou uma primeira grande oportunidade, mas parou em Gabriel Delfim. O goleiro do Galo apareceu duas vezes com grandes defesas, evitando o gol da equipe uruguaia e mantendo a vantagem atleticana no placar agregado.
Após as intervenções do goleiro, o Atlético sentiu o momento da partida e permitiu que os donos da casa esboçassem uma pressão. Para dificultar as infiltrações do adversário, o time alvinegro manteve as linhas compactas e procurou reduzir os espaços.
Com o passar do tempo, o Galo voltou a equilibrar o confronto e retomou o controle da posse de bola. A equipe passou a trocar passes com mais tranquilidade, buscando administrar o ritmo da partida e evitar que o adversário ganhasse espaço.
A tônica da primeira etapa foi de um City Torque que, quando conseguia chegar com qualidade ao ataque, levava perigo, enquanto o Atlético priorizava o controle do jogo com a bola. Nas transições rápidas, porém, o time mineiro encontrava dificuldades para dar sequência às jogadas, principalmente pela falta de jogadores no setor ofensivo. Com a ampla vantagem construída na ida, o Galo também demonstrava a intenção de cadenciar o confronto e administrar o resultado.
Na segunda etapa, o Montevideo City Torque tentou pressionar a saída de bola do Atlético e aumentar o ritmo da partida. Quando conseguia escapar da marcação, porém, o Galo também levava perigo. Reinier acertou o travessão e quase abriu o placar, em uma das principais oportunidades da equipe alvinegra no confronto.
Até então, o Atlético se mostrava organizado defensivamente e conseguia neutralizar boa parte das investidas dos uruguaios. Com tranquilidade na administração da vantagem construída no jogo de ida, a equipe alternava momentos de posse de bola com tentativas de acelerar as jogadas quando encontrava espaços.
O principal problema defensivo do Galo estava nas bolas aéreas. Nesse tipo de jogada, o City Torque conseguia levar mais perigo e encontrava dificuldades menores para superar a marcação atleticana, criando situações que exigiam atenção da defesa.
Aos 30 minutos do segundo tempo, o cenário mudou. Alan Franco, que já havia recebido cartão amarelo, foi advertido pela segunda vez e acabou expulso. Além de deixar o Atlético com um jogador a menos, o volante será desfalque na final da Copa Sul-Americana.
Com a inferioridade numérica, o Galo recuou ainda mais suas linhas e passou a concentrar esforços na defesa da vantagem no placar agregado. O City Torque aproveitou o momento para intensificar a pressão, enquanto os mineiros encontravam dificuldades para sair do campo defensivo e recuperar o controle da partida.
A pressão uruguaia surtiu efeito nos minutos finais, quando o Atlético sofreu dois gols e viu a classificação ficar ameaçada. Por alguns instantes, o confronto esteve perto de ser levado para a disputa por pênaltis, aumentando a tensão entre os atleticanos.
No fim, o Galo conseguiu sustentar a vantagem no agregado e confirmou a classificação para a decisão. Ainda assim, o desfecho deixou a sensação de que a equipe poderia ter evitado o sofrimento. Uma partida que parecia controlada mudou de cenário após a expulsão de Alan Franco e as substituições de Eduardo Domínguez, que não conseguiram conter a reação do adversário e contribuíram para um fim de jogo mais dramático do que o necessário.
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