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Contato interno sobe em quase 7 vezes a chance de contratação: o segredo está no pedido

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 18:15
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Contato interno sobe em quase 7 vezes a chance de contratação: o segredo está no pedido
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Contato interno aumenta em quase 7 vezes a chance de contratação: o segredo está no pedido Especialista do LinkedIn explica por que mensagens com tempo e pautas definidas rendem mais respostas (Imagem gerada por IA)

Publicado em 20 de outubro de 2026 às 14h53 .

Priorizar nos meus resultados Google Candidatos a emprego nos Estados Unidos que têm um contato de primeiro grau trabalhando na empresa em que querem entrar quase sete vezes mais chances de serem contratados de quem não tem.

O dado vem de uma análise do LinkedIn com 5 milhões de membros de diversos países.

Ter a rede, porém, não garante o resultado. Para Catherine Fisher, vice-presidente de comunicação e especialista em carreira do LinkedIn, muitos profissionais erram na hora de acionar os contatos: pedem ajuda de forma vaga e deixam para o outro o trabalho de descobrir como ajudar.

"O primeiro passo para entrar em contato com alguém é ser bem específico sobre o que você está pedindo. Quanto mais específico você para, melhor", diz Fisher, em entrevista à CNBC Make It.

Na prática, isso significa deixar claro o que se espera da conversa e o que se oferece em troca. Num pedido de entrevista informativa, Fisher sugere propor um café, avisar que há três perguntas preparadas e limitar o tempo da conversa, com algo como 15 minutos .

A precisão funciona em duas frentes. Quem recebe uma mensagem sabe exatamente com o que está concordando. Quem envia mostra que fez a lição de casa e respeita a agenda alheia.

Mesmo quando a resposta é negativa, o detalhamento deixa uma porta aberta. Se uma pessoa não se considerar a mais indicada para ajudar, as informações extras permitem que ela apresente alguém que seja.

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Fisher usa a própria caixa de entrada como exemplo. Recentemente, alguém pediu 15 minutos para conversar sobre formas de ela se envolver com uma instituição de caridade. Com o tempo e o assunto definidos, a decisão foi rápida.

“Posso dedicar 15 minutos, sei sobre o que ela quer conversar e pronto”, diz.

O raciocínio inverso também vale. Um pedido aberto, sem prazo nem objetivo, transfere o esforço para quem deveria ajudar. “Você não quer sobrecarregar uma pessoa com muito trabalho”, afirma a executiva.

As reuniões são apenas uma ponta do processo. Fisher descreve o networking como um espectro: na outra extremidade estão gestos simples, como comentar a publicação de alguém ou mandar uma mensagem rápida perguntando como a pessoa está.

São essas pequenas interações que mantêm a rede ativa até o momento em que um pedido mais concreto se torna necessário.

Para quem quer chegar mais preparado às seleções, o Processo Seletivo Na Prática é um curso online e gratuito que percorre, em oito módulos, as etapas de um processo seletivo, da leitura da vaga à entrevista final, incluindo a otimização do perfil no LinkedIn. Conheça o curso.

Os recém-formados costumam achar que têm poucos contatos por causa da experiência profissional curta. Fisher discorda. Orientadores acadêmicos, professores, colegas de turma e até famílias para os quais o jovem já trabalharam como babá fazem parte dessa rede.

Bonnie Dilber, líder de recrutamento da empresa de software Zapier, amplia a lista para além do ambiente profissional. Na declaração anterior à CNBC Make It, ela citou grupos de bairro no Facebook, colegas de treino, conhecidos e amigos como olhos atentos às oportunidades.

“As pessoas deveriam sair dos espaços tradicionais profissionais e ir para espaços onde tenham alguma conexão com outras pessoas”, diz Dilber.

A partir desses círculos mais próximos, Fisher propõe construir círculos concêntricos. Um contato em comum, por exemplo, pode apresentar o candidato a alguém da empresa para que ele esteja se candidatando.

“Se você tem se dedicado a isso, se candidatando sem parar, essa rede de contatos vai ajudar a superar algumas dessas dificuldades”, diz Fisher.

A rede relatada é o que falta. Na maioria das vezes, falta claro no pedido.

Para quem está se preparando para as etapas de seleção, o curso Processo Seletivo Na Prática reúne conteúdos para chegar mais preparado a cada fase do processo.

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