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conheça os sinais de alerta e boas práticas de prevenção — Dia Mundial do AVC

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 16:55
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conheça os sinais de alerta e boas práticas de prevenção — Dia Mundial do AVC
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Dia Mundial do AVC: conheça os sinais de alerta e boas práticas de prevenção Reconhecer os sintomas rapidamente e controlar fatores de risco são medidas importantes para reduzir mortes e sequelas AVC: rapidez na identificação das alterações e na busca por atendimento pode fazer diferença no tratamento (Freepik)

Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Saúde Saiba mais O Dia Mundial do AVC, celebrado nesta quinta-feira, 29, chama a atenção para os riscos do acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame. A condição ocorre quando o fluxo de sangue para uma região do cérebro é interrompido ou quando um vaso sanguíneo se rompe.

O AVC pode provocar sequelas permanentes e levar à morte. Por isso, reconhecer os primeiros sintomas e procurar atendimento médico imediatamente é fundamental para reduzir os riscos.

Segundo orientações divulgadas pelo HCor – Hospital do Coração, o controle da pressão arterial e a adoção de hábitos saudáveis estão entre as principais medidas de prevenção.

Os sinais de um acidente vascular cerebral costumam surgir repentinamente e podem afetar diferentes funções do organismo. Entre os principais sintomas estão:

Ao identificar qualquer um desses sinais, é necessário buscar atendimento de emergência imediatamente, mesmo que os sintomas desapareçam.

Existem dois tipos principais de acidente vascular cerebral: isquêmico e hemorrágico.

O AVC isquêmico ocorre quando uma artéria cerebral é obstruída ou apresenta redução brusca do fluxo sanguíneo, impedindo que determinada região receba oxigênio adequadamente. Já o AVC hemorrágico acontece quando um vaso sanguíneo se rompe, provocando sangramento no cérebro.

De acordo com o HCor, aproximadamente 85% dos casos são isquêmicos, enquanto os hemorrágicos representam cerca de 15%. A identificação do tipo de AVC é essencial para definir o tratamento adequado.

A hipertensão arterial está entre os principais fatores de risco para o acidente vascular cerebral. Segundo o neurologista Robson Fantinato, do HCor, a pressão elevada e sem controle pode enfraquecer as paredes dos vasos sanguíneos ao longo do tempo.

Em situações graves, esse processo pode contribuir para a ruptura de um vaso e provocar uma hemorragia cerebral. Outras condições, como diabetes, colesterol elevado e fibrilação atrial, também estão associadas ao risco de AVC.

A fibrilação atrial é uma arritmia que provoca batimentos cardíacos irregulares e pode favorecer a formação de coágulos capazes de alcançar o cérebro.

A prevenção envolve o acompanhamento das condições de saúde e a adoção de hábitos que ajudam a reduzir os fatores de risco. Entre as principais recomendações estão:

O tratamento do AVC depende do tipo de ocorrência e do tempo decorrido desde o início dos sintomas. Em casos selecionados de AVC isquêmico, medicamentos trombolíticos podem ser utilizados para dissolver o coágulo responsável pela obstrução.

A indicação depende de avaliação médica e de exames que identifiquem o tipo de acidente vascular cerebral.

No Brasil, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência ( Samu ) pode ser acionado pelo número 192.

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