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como se preparar para funções que ainda não existem — Adaptabilidade como moeda de carreira

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 10:10
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como se preparar para funções que ainda não existem — Adaptabilidade como moeda de carreira
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Adaptabilidade como moeda de carreira: como se preparar para funções que ainda não existem Mudanças provocadas pela inteligência artificial exigem que profissionais repensem suas competências e acompanhem a evolução das atividades no mercado de trabalho Aprendizado contínuo e domínio de novas tecnologias integram a preparação profissional para mudanças no mercado de trabalho

Priorizar nos meus resultados Google Uma vaga de emprego pode exigir hoje competências que sequer apareciam na descrição do mesmo cargo há poucos anos. Saber utilizar ferramentas de inteligência artificial, interpretar dados e automatizar processos passou a integrar atividades antes concentradas em conhecimentos específicos de cada profissão.

A velocidade dessas mudanças cria uma dificuldade para quem planeja a carreira: como investir em qualificação quando ainda não está claro quais funções terão maior demanda nos próximos anos?

O desafio envolve a adaptabilidade, capacidade de aprender novas habilidades, ajustar métodos de trabalho e responder a mudanças nas exigências profissionais.

A transformação nem sempre começa com a criação de um cargo. Muitas vezes, são as responsabilidades de uma função existente que mudam primeiro.

Um analista de marketing, por exemplo, pode passar a utilizar IA para produzir versões iniciais de campanhas e dedicar mais tempo à avaliação dos resultados. Na área financeira, ferramentas de automação podem reduzir tarefas manuais e ampliar a necessidade de interpretar informações.

O Fórum Econômico Mundial, no relatório Future of Jobs 2025, estima que 39% das habilidades atualmente utilizadas no trabalho serão transformadas ou ficarão desatualizadas até 2030.

A projeção não significa que 39% dos empregos desaparecerão. O indicador se refere às competências exigidas dos trabalhadores, que podem mudar mesmo quando os cargos permanecem.

Conhecimentos técnicos precisam acompanhar as ferramentas utilizadas em cada área. Ainda assim, algumas competências são aplicáveis a diferentes funções.

Pensamento analítico, criatividade, capacidade de resolver problemas e disposição para aprender ajudam profissionais a lidar com atividades que ainda não dominam.

A familiaridade com inteligência artificial entra nessa combinação. Saber utilizar o ChatGPT ou o Microsoft Copilot pode ser útil, mas compreender as limitações das respostas e avaliar quando automatizar uma tarefa exige conhecimento adicional.

Outro aspecto é a capacidade de trabalhar com profissionais de diferentes áreas. Projetos envolvendo IA frequentemente exigem colaboração entre equipes de tecnologia, operações e negócios.

O primeiro passo é observar quais atividades da profissão estão sendo modificadas, em vez de tentar prever o nome dos cargos do futuro.

Vale analisar descrições de vagas, identificar competências recorrentes e comparar essas exigências com o próprio repertório profissional.

A aprendizagem pode começar por projetos pequenos. Um profissional de recursos humanos, por exemplo, pode testar ferramentas de IA na organização de materiais de treinamento, respeitando as regras de privacidade da empresa.

A preparação exige revisões periódicas. Acompanhar mudanças nas atividades da própria área e atualizar o plano de desenvolvimento profissional permite responder a novas demandas sem depender de previsões sobre profissões que ainda não foram criadas.

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A combinação entre familiaridade com novas tecnologias, capacidade analítica e liderança ganha relevância à medida que a inteligência artificial transforma as empresa

Pesquisa da plataforma mostra que a atualização contínua de competências ganhou espaço entre profissionais da alta liderança em meio às mudanças provocadas pela inteligência artificial

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