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Azul dá aval a financiamento de R$ 2 bi para lidar com combustível volátil

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 22:21
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Azul dá aval a financiamento de R$ 2 bi para lidar com combustível volátil
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Operação terá cobertura do risco de crédito pela União; recursos serão usados só para pagar combustível de voos domésticos

--> copiar link --> A Azul afirma que a operação busca reforçar seu caixa diante da alta do querosene de aviação; na imagem, avião da companhia aérea Divulgação/Guilherme Ramos PODER360 24.out.2026 (sábado) - 19h21 Priorize o Poder no Google A Azul anunciou um financiamento de até R$ 2 bilhões para pagar combustível de seus voos domésticos regulares. Segundo a companhia, a operação integra seu plano de reestruturação financeira e busca reforçar o caixa diante da alta e da oscilação dos preços do querosene de aviação.

A União dará cobertura ao risco de crédito com recursos do FGE (Fundo de Garantia à Exportação). A garantia protege a operação em caso de inadimplência da companhia; o valor captado será destinado exclusivamente ao pagamento do combustível. Em comunicado ao mercado (íntegra – PDF – 111 kB), a Azul afirmou que o financiamento dará mais flexibilidade à sua gestão financeira.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, em março, o preço médio do QAV vendido pela Petrobras subiu cerca de 74%. Em outubro, a estatal reajustou o combustível em 11,76%, de R$ 5,585 para R$ 6,242 por litro.

Segundo a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), o combustível respondia por cerca de 30% a 32% dos custos operacionais das companhias antes do conflito e passou a representar mais de 45%. Em agosto, a entidade estimou que Azul, GOL e Latam haviam gastado R$ 5,2 bilhões a mais do que o projetado para 2026 por causa da alta dos preços internacionais.

O aumento dos custos também afeta a oferta de voos. Em outubro, a GOL anunciou a suspensão de 6 rotas internacionais e de ao menos 8 domésticas a partir de fevereiro de 2027. A empresa atribuiu a decisão aos reajustes do combustível.

#Política#Belém#Polícia
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