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Atualização: Willer Tomaz tinha sala secreta com contador de dinheiro no Aeroporto de Brasília, diz PF

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Por Redatores da Empire Cidades 22 de outubro de 2026 às 03:17
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Atualização: Willer Tomaz tinha sala secreta com contador de dinheiro no Aeroporto de Brasília, diz PF
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A Polícia Federal (PF) disse em relatório ter encontrado uma sala secreta em um hangar no Aeroporto Internacional de Brasília usado por empresas de aviação do advogado Willer Tomaz , ligado ao senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). O documento foi elaborado a partir de uma operação de busca e apreensão em agosto .

Sob autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF deflagou a ção para apurar suspeitas de ocultação de patrimônio para o senador Weverton Rocha (PDT-MA) . Tomaz foi um dos alvos da operação. As informações foram noticiadas pelo Estadão e confirmadas pela Jovem Pan .

No relatório, a PF contou que investigadores receberam, após a operação, uma denúncia anônima sobre a existência da sala secreta no hangar para guardar dinheiro vivo . A corporação afirmou que encontrou no espaço uma máquina de contagem de cédulas .

Segundo a PF, não foi localizada nenhuma quantia de dinheiro vivo . Portanto, indicou a necessidade de se verificar se houve a retirada de valores do local.

Em nota, o escritório de Willer Tomaz disse que o espaço trata-se de uma “sala-cofre” cujos equipamentos instalados no espaço “integram a estrutura operacional destinada ao atendimento de empresas de transportes de valores e clientes das empresas de aviação” . Afirmou também que esse ambiente protegido é “compatível” com a atividade desempenhada e “não constitui indício de irregularidade” .

“É fantasiosa e beira o ridículo a insinuação de que essas instalações seriam utilizadas para armazenar ou contar dinheiro de origem ilícita. Nenhuma quantia foi encontrada no local”, declarou o escritório. Leia a íntegra abaixo .

Durante a operação, a PF também apreendeu quatro aeronaves no hangar e fez cópias das listas de passageiros . O material está sob análise da corporação para verificar quem utilizava os aviões.

“A sala-cofre e os equipamentos instalados no hangar integram a estrutura operacional destinada ao atendimento de empresas de transporte de valores, clientes das empresas de aviação. O transporte aéreo de numerário está sujeito a rigorosos protocolos de segurança, controle e custódia, conforme a regulamentação aplicável. A existência de ambientes protegidos, malotes e máquinas contadoras de cédulas é compatível com essa atividade e não constitui indício de irregularidade”.

“É fantasiosa e beira o ridículo a insinuação de que essas instalações seriam utilizadas para armazenar ou contar dinheiro de origem ilícita. Nenhuma quantia foi encontrada no local. Causa perplexidade que a própria Polícia Federal, responsável pela fiscalização do setor de segurança privada, pretenda transformar equipamentos associados a uma atividade lícita em suspeita criminal. Atribuir conotação criminosa a essas instalações, sem qualquer prova, é uma tentativa irresponsável de fabricar suspeitas onde não existem fatos”.

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Redatores da Empire Cidadeshá 17 minutos