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Atualização: Piauí registra menor área queimada entre janeiro e setembro desde o início da série histórica

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 20:45
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Atualização: Piauí registra menor área queimada entre janeiro e setembro desde o início da série histórica
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Pi gov | Reprodução O Piauí registrou, entre janeiro e setembro de 2026, a menor área queimada para o período desde o início da série histórica consolidada pelo MapBiomas. Ao todo, foram atingidos 412,8 mil hectares, uma redução de 36,84% em relação aos 653,6 mil hectares registrados no mesmo intervalo de 2025.

A diferença representa 240,8 mil hectares a menos atingidos pelo fogo, resultado que reforça os avanços nas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais no estado. A área preservada equivale a aproximadamente 337 mil campos de futebol, considerando as dimensões de um campo oficial.

Os dados são do MapBiomas/Monitor do Fogo e contam com o acompanhamento da Coordenação de Geociências (CGEO), vinculada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O levantamento considera áreas de vegetação primária e secundária, oferecendo um panorama abrangente dos impactos do fogo sobre o território piauiense.

Na comparação com anos anteriores, o resultado de 2026 também se destaca. Entre janeiro e setembro de 2021, o estado registrou 1,044 milhão de hectares queimados. Em 2023, foram 723,2 mil hectares; em 2024, 640,2 mil; e, em 2025, 653,6 mil hectares.

Para o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Feliphe Araújo, o resultado evidencia a importância dos investimentos em prevenção, capacitação e resposta rápida às ocorrências. Segundo ele, o governo vem fortalecendo as brigadas municipais, ampliando os treinamentos e intensificando a cooperação com prefeituras e instituições envolvidas no combate ao fogo.

Entre as medidas adotadas pela Semarh estão o monitoramento dos focos de calor, a capacitação de agentes e o fortalecimento das equipes responsáveis pela prevenção e pelo combate aos incêndios florestais. As iniciativas buscam reduzir os danos ambientais e ampliar a capacidade de resposta durante os períodos de estiagem.

Apesar do resultado positivo, o monitoramento contínuo permanece fundamental, especialmente nos meses de maior risco de incêndios. A manutenção das ações preventivas é considerada essencial para proteger a vegetação, preservar a biodiversidade e garantir a segurança das comunidades piauienses.

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