Atualização: Pesquisa da USP quer ouvir trabalhadores sobre remuneração e jornada
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisPesquisa da USP quer ouvir trabalhadores sobre remuneração e jornada O formulário, elaborado pelo pesquisador Jorge Luiz Souto Maior, da Faculdade de Direito da USP, fica disponível até o dia 6 de dezembro
Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "pesquisa-da-usp-quer-ouvir-trabalhadores-sobre-remuneracao-e-jornada" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "pesquisa-da-usp-quer-ouvir-trabalhadores-sobre-remuneracao-e-jornada" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); Está no ar até o dia 6 de dezembro a pesquisa ‘ A classe trabalhadora no Brasil hoje ‘, que pretende aferir as impressões da classe trabalhadora sobre si mesma. O formulário se divide em sete blocos em que os participantes são convidados a informar suas percepções sobre jornada de trabalho, remuneração e discriminação no ambiente laboral, entre outros temas.
Em entrevista à CartaCapital, o pesquisador Jorge Luiz Souto Maior, da Faculdade de Direito da USP, explicou que a pesquisa pretende fazer um contraponto a discursos presentes na sociedade que se apresentam como verdade absoluta, mas não se ancoram em achados científicos.
“Há em discussão dois elementos discursivos recorrentes: de que a classe trabalhadora não existe mais, ou, pelo menos, não mais se identifica enquanto tal”, observou. “Ou que não se identifica com os direitos trabalhistas, tanto que possui aversão à CLT e não se dispõe a defender esses direitos”, completou.
A pesquisa, reforça o pesquisador, não pretende tampouco provar que o que se tem é exatamente o contrário, mas perceber as nuances de como os trabalhadores se enxergam em um contexto contemporâneo das relações de trabalho.
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Entenda: GDF pede transferência de R$ 2,2 bilhões do pai de Vorcaro para BRB
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Entenda: TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por abuso de poder político
O ministro determinou que os citados sejam notificados para apresentar defesa no prazo de cinco dias.
Panorama: Presidente do Paraguai renuncia em meio à crise bancária; vice assume
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.


/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/g/3MaMfnQsOM17tTp3uVjg/55086544102-a382fe342d-k.jpg)










