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veja as datas — Oficinas de habitação em Camboriú

Os encontros serão realizados em diferentes regiões para ouvir moradores e reunir contribuições para o planejamento urbano e habitacional do município.

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 19:21
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Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A Prefeitura de Camboriú realizou, entre setembro e outubro de 2026, quatro Oficinas de Participação Comunitária para a revisão do Plano Diretor. Os encontros reuniram moradores, vereadores, conselheiros do ConCidade e representantes de entidades para discutir os desafios e as potencialidades das diferentes regiões do município.

Durante as oficinas, os participantes apresentaram sugestões sobre mobilidade, infraestrutura, meio ambiente, uso e ocupação do solo, turismo e desenvolvimento socioeconômico. As contribuições foram organizadas e serão utilizadas pela equipe técnica da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (FEPESE) na elaboração do diagnóstico comunitário e técnico de Camboriú.

Para a secretária de Planejamento Urbano, Marcela Vidal Eleutério, a participação da comunidade é essencial para construir um planejamento que atenda às necessidades do município. “A participação dos moradores permite conhecer de perto as demandas de cada região e contribui para que as decisões sejam tomadas de forma mais alinhada à realidade da população”, destaca.

Entre setembro e outubro de 2026, a Prefeitura realizou quatro Oficinas de Participação Comunitária para a revisão do Plano Diretor. Os encontros reuniram moradores, vereadores, conselheiros do ConCidade e representantes de entidades para discutir desafios e potencialidades das diferentes regiões de Camboriú.

Durante as atividades, os participantes apresentaram sugestões sobre mobilidade, infraestrutura, meio ambiente, uso e ocupação do solo, turismo e desenvolvimento socioeconômico.

As contribuições foram organizadas e serão utilizadas pela equipe técnica da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (FEPESE) na elaboração do diagnóstico comunitário e técnico do município.

Dando continuidade ao processo participativo, a Prefeitura também realiza no mês de novembro, quatro oficinas do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS), como parte da revisão do planejamento municipal. Os encontros serão abertos à comunidade e ocorrerão sempre no horário das 19h, em diferentes regiões da cidade.

A programação começa no dia 4 de novembro, na EBM Eliete Pereira Melo, localizada na Rua Dinamarca, nº 100, no loteamento Jardim Europa, com participação dos moradores de Santa Regina, Areias, Braço e Macacos. No dia 5 de novembro, a oficina será realizada na EBM Anita Bernardes Ganancini, na Rua Monte Castelito, nº 39, no Monte Alegre, contemplando também o Tabuleiro, Conde Vila Verde e Várzea do Ranchinho.

No dia 11 de novembro, o encontro ocorre na OAB Camboriú, na Rua Dr. Acácio Bernardes, nº 7, no Centro, reunindo moradores de São Francisco de Assis, Centro e Rio do Meio. Encerrando a programação, no dia 12 de novembro, a oficina será na EBM João Vergílio Pereira, na Rua Daniel Silvério, nº 850, no bairro Cedros, voltada às localidades de Cedro, Rio Pequeno e Lídia Duarte.

A participação popular é fundamental para que as necessidades de cada região sejam consideradas no planejamento do município, contribuindo para o desenvolvimento urbano e habitacional de Camboriú. O processo está alinhado às diretrizes do Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001), que prevê a participação da população na formulação e no acompanhamento das políticas de desenvolvimento urbano.

A participação dos moradores contribui para que as necessidades de cada região sejam consideradas na definição das políticas de desenvolvimento urbano e habitacional.

O processo está alinhado às diretrizes do Estatuto da Cidade, instituído pela Lei Federal nº 10.257/2001, que prevê a participação da população na formulação e no acompanhamento das políticas de desenvolvimento urbano.

A Prefeitura busca, com as oficinas, reunir contribuições que ajudem a orientar o planejamento de Camboriú e aproximar as decisões públicas da realidade vivida pelos moradores.

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