veja 10 músicas de forró que podem ajudar na redação — Enem 2026
Silvio Osias O forró pode ser um aliado dos estudantes que se preparam para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisFoto/Reprodução. Silvio Osias O forró pode ser um aliado dos estudantes que se preparam para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Com músicas que retratam a realidade do sertão, as dificuldades enfrentadas pela população rural e as tradições nordestinas, o gênero oferece referências culturais que podem ajudar os candidatos a desenvolver argumentos sobre diferentes problemas da sociedade brasileira.
Pensando nisso, o Jornal da Paraíba reuniu 10 músicas de forró que podem ser utilizadas como repertório sociocultural na redação. As canções abordam questões como migração, desigualdade social, preservação ambiental, trabalho e identidade cultural, permitindo estabelecer conexões com possíveis temas de interesse social.
No Enem, a Competência 2 avalia a compreensão da proposta, o desenvolvimento do tema, o domínio da estrutura dissertativo-argumentativa e a mobilização produtiva de conhecimentos de diferentes áreas. Por isso, não basta citar uma música: é necessário contextualizar a mensagem e explicar como ela contribui para a argumentação.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) ''Que braseiro, que fornaia'
O trecho retrata uma das consequências da seca para quem depende da terra e da criação de animais para sobreviver. A canção apresenta a relação entre as condições ambientais e as dificuldades enfrentadas por famílias do sertão.
A música pode ser utilizada em temas sobre migração, desigualdade regional, segurança hídrica e vulnerabilidade social. Na redação, o estudante pode argumentar que a escassez de água agrava as dificuldades econômicas de determinadas comunidades, especialmente quando há falta de infraestrutura e de políticas públicas adequadas.
Para aprofundar a discussão, é possível relacionar a referência a dados sobre acesso à água, condições de vida no semiárido e medidas de convivência com a seca.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) “ Nós vamos a São Paulo
A composição apresenta a trajetória de uma família que enfrenta as consequências da estiagem e precisa deixar sua terra em busca de melhores condições de sobrevivência. A narrativa evidencia os impactos sociais e emocionais da migração.
A canção pode ser utilizada em temas sobre êxodo rural, pobreza, migração interna e desigualdade de oportunidades. O candidato pode relacionar a experiência retratada à concentração de empregos e serviços em determinadas regiões e às dificuldades de permanência de famílias em áreas rurais.
A análise também permite discutir como a migração nem sempre representa uma escolha livre, podendo ser motivada pela falta de condições dignas de vida no local de origem.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) “ Sou devoto de Padim Ciço Romão
A canção valoriza a figura do cantador e a tradição de contar histórias por meio dos versos. Ao evocar lembranças, personagens e referências do sertão, a composição apresenta a poesia como parte da identidade de quem canta e de sua comunidade.
Pode ser utilizada em temas sobre literatura de cordel, poesia popular, preservação da memória e democratização do acesso à cultura. A referência ajuda a argumentar que a produção cultural nordestina não se limita ao entretenimento: ela também registra experiências, transmite conhecimentos e expressa visões de mundo.
A música ainda pode ser relacionada à necessidade de ampliar o reconhecimento de escritores, repentistas e poetas populares nos espaços de educação e cultura.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) “ Lampião desceu a serra
Conhecida em diferentes versões, “Mulher Rendeira” é frequentemente associada ao imaginário do cangaço e à figura de Lampião. No entanto, a origem da canção é controversa: não há comprovação definitiva de que Lampião tenha escrito a letra. A versão que ficou conhecida nacionalmente foi organizada por Zé do Norte, músico paraibano que a gravou para o filme O Cangaceiro, de 1953.
A música pode ajudar em discussões sobre memória histórica, representação do cangaço, cultura popular e construção de personagens na história brasileira. Também permite analisar como relatos, filmes e canções contribuem para formar o imaginário coletivo sobre figuras históricas.
É importante, porém, diferenciar a representação cultural de uma comprovação histórica. A associação entre a música e Lampião pode ser discutida sem afirmar que ele foi seu compositor.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) “Eu sou da Paraíba, é meu esse lugar A cara desse povo tem a minha cara” Composta pelo paraibano Ton Oliveira, a música exalta as paisagens, a história e a identidade da Paraíba. A obra se tornou uma referência de orgulho regional e foi reconhecida como patrimônio imaterial do estado em 2017.
A canção pode ser relacionada a temas como identidade cultural, pertencimento, patrimônio imaterial e valorização das culturas regionais. Também ajuda a discutir a importância de preservar manifestações artísticas que fortalecem os vínculos entre as pessoas e seus territórios.
Em uma proposta sobre diversidade cultural, o estudante pode argumentar que valorizar a própria origem não significa rejeitar outras culturas, mas reconhecer que a identidade brasileira é formada por diferentes histórias, sotaques, tradições e expressões artísticas.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) “ Estou de volta pro meu aconchego
Na interpretação de Elba Ramalho, a canção expressa a alegria de regressar a um lugar associado ao afeto, à familiaridade e ao sentimento de pertencimento. Embora a letra trate de uma relação afetiva, a ideia de retorno também permite uma leitura sobre os laços que unem as pessoas às suas origens.
A música pode contribuir para discussões sobre migração, pertencimento, vínculos comunitários e relação com o lugar de origem. Em um tema sobre a saída de nordestinos para outras regiões em busca de trabalho e estudo, por exemplo, pode ajudar a introduzir a dimensão emocional da distância e do retorno.
É importante evitar generalizações: a experiência de migrar é diferente para cada pessoa e pode envolver tanto a saudade quanto novas oportunidades e formas de construir identidade.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) "Pé de moleque, alecrim, canela
A canção retrata a movimentação de uma feira popular, com comerciantes, produtos e práticas tradicionais. A cena ajuda a registrar aspectos da economia cotidiana e da cultura nordestina, em que as feiras livres desempenham papel importante na circulação de mercadorias e no encontro entre moradores.
Como usar na redação: a música pode ser relacionada a temas como trabalho informal, economia popular, patrimônio cultural e valorização dos saberes tradicionais. Também permite discutir como as práticas econômicas locais contribuem para a renda de pequenos comerciantes e para a preservação de costumes.
A referência pode enriquecer uma redação sobre a importância de reconhecer atividades e conhecimentos que fazem parte da vida das comunidades, mas nem sempre recebem visibilidade.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) "Senhor, eu pedi para o sol se esconder um tiquinho
A canção apresenta a súplica de uma pessoa que enfrenta a seca e deseja chuva para que a terra volte a produzir. A letra expressa a vulnerabilidade de quem depende das condições climáticas para viver e trabalhar.
Pode ser utilizada em temas sobre mudanças climáticas, segurança hídrica, desigualdade ambiental e condições de vida no semiárido. A referência permite discutir como eventos climáticos afetam de forma desigual as populações e por que o acesso à água e a infraestrutura são fundamentais para reduzir os impactos da estiagem.
O candidato pode conectar a música a medidas como abastecimento de água, tecnologias de convivência com o semiárido e planejamento público para enfrentar períodos de seca.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) "Desigualdade r ima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia que console um cantador"
Interpretada por Flávio José, a canção apresenta uma crítica a problemas sociais e ambientais, como a desigualdade, a fome, a violência e a degradação da natureza. A letra também questiona a indiferença diante do sofrimento alheio e chama atenção para a responsabilidade de cada pessoa na sociedade.
A música pode ser relacionada a temas como desigualdade social, insegurança alimentar, preservação ambiental, cidadania e responsabilidade coletiva. Em uma proposta sobre a fome no Brasil, por exemplo, o estudante pode usar a canção para introduzir uma reflexão sobre a convivência entre a abundância de recursos e a permanência da pobreza.
A referência também permite discutir como a sociedade reage a problemas que atingem populações vulneráveis. Para fortalecer a argumentação, é importante relacionar a mensagem da música a dados, direitos sociais ou políticas públicas, mostrando que o enfrentamento das desigualdades depende de ações concretas.
Function hideMask(n){let t=n.parentNode.parentNode.previousElementSibling;t.style.display="none"}controls=document.querySelectorAll(".controls button");controls.forEach(n=>{n.onclick=()=>{let t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("iframe");n.closest(".mw-article-video").querySelector(".fb-video")?(hideMask(t),t.src=document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source,t.onload=()=>{document.querySelector(".fb-video-container").style.display="block"},delete document.querySelector(".fb-video-container").dataset.source):n.closest(".mw-article-video").querySelector("video")?(t=n.closest(".mw-article-video").querySelector("video"),hideMask(t),t.closest(".media.interno").style.display="flex",t.play()):(t.onload=()=>{hideMask(t)},t.src=t.dataset.source,delete t.dataset.source)}}) "Não posso respirar, não posso mais nadar
Composta por Aguinaldo Batista e Luiz Gonzaga, a música “Xote Ecológico” ficou conhecida na voz de Gonzaga, que a gravou em 1989, no álbum Vou Te Matar de Cheiro. Em 2012, a banda Falamansa também regravou a canção no álbum As Sanfonas do Rei: Tributo aos 100 Anos de Luiz Gonzaga.
A letra chama atenção para a degradação ambiental e os impactos da poluição sobre a natureza. Por meio do forró, a composição transforma uma preocupação social em denúncia e convida à reflexão sobre a responsabilidade humana na preservação dos recursos naturais.
A música pode ser relacionada a temas como educação ambiental, poluição, sustentabilidade, mudanças climáticas e responsabilidade socioambiental. Em uma proposta sobre os desafios para preservar o meio ambiente no Brasil, por exemplo, o estudante pode utilizar a canção para introduzir a discussão sobre os danos provocados pela ação humana.
A referência também permite abordar a importância da conscientização ambiental desde a escola e de políticas públicas voltadas à prevenção da poluição e à preservação dos ecossistemas. Para fortalecer o argumento, é importante associar a mensagem da música a informações concretas sobre o problema discutido na proposta.
As músicas podem ajudar a introduzir um tema, ilustrar um problema ou reforçar um argumento. Para que funcionem como repertório produtivo, porém, precisam estar conectadas à proposta da redação.
Quer se preparar para as provas? Confere o Lá Vem o Enem! Veja conteúdos, dicas de estudo, questões e tudo o que você precisa saber para chegar mais preparado ao Enem.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
sessão no Parlamento albanês termina em confusão e tapas em meio a protestos — Vídeo
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Região: Instituições de ensino enfrentam onda de certificados falsos
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Atualização: PUC-Campinas é TOP 6 do Brasil em cursos 5 estrelas no Guia Quero Educação 2026
A PUC-Campinas é TOP 6 no Brasil dentre as universidades privadas em número de cursos com cinco estrelas no Guia da Faculdade 2026, publicado pelo jornal O Esta



/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/c/L/2dxEhKRTGAHV1k0zuu3w/imagem-1-78-.png)