UM AVIÃO registrou retração DO CÉU
Até parado sem uso dá uma despesa danada; embora quem o tem está pouco ligando para isso.Um bom avião que, entretanto, jamais perdoa erros operacionais, tampouc

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Consulte formatos e valores disponíveisLear Jet. Um projeto a ser bom caça de combate, transformado executivo civil para voos particulares e de empresários cheios de dinheiro. Até parado sem uso dá uma despesa danada; embora quem o tem está pouco ligando para isso. Um bom avião que, entretanto, jamais perdoa erros operacionais, tampouco mecânicos advindos de revisões malfeitas. Ainda mais que deve se levar em conta que para alcançar as performances que exibe, sua aerodinâmica é muito próxima do crítico. Mas, antes de se falar ou continuar falando sobre a aeronave, como velho piloto que com mais de 62 anos de aviação e 24.500 horas de voo, quero externar aqui o respeito e uma homenagem sincera a essa colega aviadora que estava na função de copiloto do avião envolvido no trágico acidente. Poucas vezes nestes céus voados por mim e tantos assistimos transmissão tão segura e realista, sem nenhuma demonstração de pavor ou desespero pela tragédia que se apresentava iminente e inevitável. Em nenhum momento, demonstrou descontrole ou abandono dos cuidados profissionais. Procedeu excepcional interlocução radiofônica, controlando emoções de pânico, sem apelação a deuses e santos, que não tinham nada a ver com os motivos daquela fatalidade. Essa primeira oficial copiloto, Nathalia Gadelha Filgueiras, mais que nós, pilotos de garimpo, que nos consideramos os melhores do Brasil, merece postumamente honraria e distinção de todo o setor aeronáutico civil. Mais que isso, um afago oficial a sua família. Surpreendeu a muito e todos, por seu autocontrole em momentos e hora de aflição e dificuldade extrema. O avião, que foi feito para estar nos ares, cujos engenheiros projetistas bem sabem que por melhor, maior ou menor avião que seja, ele será sempre insignificante às intemperes da atmosfera terrestre. Avião nunca se acidenta por um único motivo. Ele foi feito para voar lá em cima, onde também acontecem tempestades, tempos ruins, granizos, nuvens pesadas, chuvas sem fim e fortes turbulências, ventos contrários e nem tantos favoráveis. Essa é a estrada singular deles. E repito, foram criados para estarem lá. A todo acidente, se espera que aconteçam investigações para que não se atribuam erroneamente causas enganosas, que impeçam prevenir acidentes futuros. E é bastante obrigação na aviação, perante a brutalidade do evento; saber exatamente a causa do ocorrido, para que se alcance no mínimo, prevenção de não mais se repetir. Meu pai, como pioneiro da pilotada no Brasil, na década de 20, sempre dizia, que o melhor piloto seria sempre aquele que maior senso de autocrítica mantivesse em relação, não só ao voo, mas a própria aeronave. Na ocasião dele não existia a oficialidade em se tirar licenças ou carteiras para ser piloto de avião, era pegar, voar e permanecer vivo. Deu Início a histórico familiar, adorando voos, e também amando a mulher com quem se casou e com a qual haveria de montar fábrica de filhos, que, somados onze. Saindo da cidade de Uberaba-MG seguiu em lua de mel em um avião sem cabine daqueles um na frente, outro atrás, para o Uruguai. Foi e voltou bem que só. E na aviação nos legou uma história bem marcante, viciando não só a mim na mesma carreira, como também outros irmãos. Ele muito contava que na ocasião sem GPS, rádios ou instrumentos outros que pudessem ajudar a navegação, existia solicitação de governo, para que toda estação ferroviária e galpões em cidades, escrevessem em seus telhados o nome do lugar. Até eu próprio, cheguei a muito voar usando no colo uns mapinhas da Esso (Standard Oil). E era bom que só. O engraçado que quando a rota traçada no mapa seguia no sentido contrário às suas marcações, tinha um irmão que também voava, e o fazia, virando o mapa de cabeça para baixo. Era uma gostosa bagunça… mas que os homens respeitavam. A impressão que hoje tenho é que se acabaram os pilotos, se transformando todos em choferes do ar dirigidos por computadores inventados, construídos e lá colocados por gente que nunca voou. O radar, aparelho hoje tão comentado, inventado durante a Segunda Guerra para detectar navios e aviões adversários e inimigos, de lá para cá foram modernizados a extremo, permitindo que nestes tempos, com melhor segurança, os aviões sejam transportes de mais de um bilhão e meio de pessoas por ano no planeta. Radares, além de cumprirem objetivos para qual foram desenvolvidos e que hoje controlam centenas de aviões em tráfego, também foram aperfeiçoados, para prevenção e anúncio do existente momento meteorológico, buscando segurança da ferramenta voadora e seus ocupantes. Bem por isso, é difícil encontrar explicações com razões lógicas, que alguém possa supor que em tempos modernos um avião penetre em turbulências tais que se desmanchem em voo. Não digo aqui que elas não existam, muito pelo contrário, reafirmo a existência de todas, mas admito a eficiência do instrumento, para evitar que sejam inocentemente penetradas. Do lado humano, acredito sinceramente que é mais fácil um velho piloto muito seguro de si, concorrer para uma catástrofe do que um piloto mediano, em carreira profissional. Aliás, muito propagado é que menino novo aprendendo a voar não quebra aviões, ele vai fazê-lo após 300/400 horas quando a sua vaidade começar a informá-lo erroneamente que ele sabe tudo, aí sim acontece o primeiro erro. Passado este momento, ele se torna um piloto mais seguro e mais consciente da profissão que abraçou. Quanto a família ocupante, foi lamentável que estivesse junto os dois pequenos inocentes filhos do casal. Haja visto que há mais de 60 anos quando me aproximei desses aparelhos de fazer doidos, sempre ouvi o conselho de jamais colocar no mesmo avião uma inteira linhagem. Aqui no Brasil, tivemos recentemente, em Gramado-RS nefasto exemplo, por sinal filho de amigo meu, também piloto e falecido, que vitimou toda sua família ao se chocar em rasante indevido, com altitude extremamente baixa, com as paredes de um pequeno prédio do lugar. Imprudência cometida por arrojado e entusiasmado piloto, “dirigindo” seu próprio avião, quando sua própria fortuna o aconselhava a contratar o melhor profissional que houvesse na praça. Quanto ao voo, novidade trouxe, não só a mim, como a todos colegas que perambulam nos ares, ninguém, jamais viu, presenciou ou soube queda de aeronave civil, sem asas arrancadas, tal qual um míssil em descida tão verticalizada como aquela. Voar como os pássaros, além de economia em tempo, sempre foi uma ambição e uma loucura dos homens…uma criação Divina, mas não deuses. O assunto repercutiu de forma expressiva em âmbito regional e nacional, mobilizando o debate público e a atuação de setores estratégicos.
De acordo com os elementos apurados pela equipe de reportagem, especialistas e analistas ressaltam que os fatores econômicos, institucionais e regulatórios ligados ao tema vêm sendo acompanhados com atenção redobrada. O cenário exige acompanhamento contínuo e medidas assertivas para esclarecer eventuais impactos para a sociedade e garantir a segurança das operações envolvidas.
Diante da relevância do fato, órgãos de fiscalização e autoridades competentes intensificaram os protocolos de acompanhamento. Diretrizes preventivas e procedimentos técnicos têm sido reforçados com o objetivo de assegurar a normalidade, o cumprimento da legislação vigente e o pleno atendimento aos padrões de qualidade exigidos.
A redação da Empire Cidades mantém cobertura dedicada aos desdobramentos deste caso, prestando serviço de utilidade pública e atualizando as informações à medida que novos comunicados oficiais e pareceres técnicos forem divulgados.
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