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Soltura autoridades policiais | 24 de outubro, 16h08 Investigado por homicídios no Centro de Pelotas poderá responder em liberdade autoridades policiais | 24 de outubro, 16h08

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 17:05
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Soltura autoridades policiais | 24 de outubro, 16h08 Investigado por homicídios no Centro de Pelotas poderá responder em liberdade autoridades policiais | 24 de outubro, 16h08
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Um homem de 23 anos, indiciado pela Polícia Civil por um duplo homicídio ocorrido em Pelotas, teve a prisão preventiva revogada pela Justiça. A decisão, assinada na sexta-feira (23), estabelece restrições que deverão ser respeitadas pelo investigado enquanto as apurações seguem em andamento.

O caso envolve as mortes de Ícaro Rodrigues Moraes, de 18 anos, e Alisson Gonçalves Andina, de 33. Os dois foram atingidos por disparos de arma de fogo durante uma briga generalizada nas proximidades de uma casa noturna, na esquina das ruas Padre Anchieta e Tiradentes, na região central da cidade, em 5 de outubro.

A investigação reuniu imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas para esclarecer como os confrontos se desenvolveram antes dos tiros. Além do indiciamento do homem de 23 anos, a Polícia Civil apontou outro suspeito por porte ilegal de arma de fogo. Ele é investigado por supostamente ter fornecido a arma utilizada no crime ao responsável pelos disparos.

O homem beneficiado pela decisão judicial havia comparecido à delegacia dois dias depois do episódio, acompanhado de um advogado. Na ocasião, foi liberado, mas teve a prisão decretada posteriormente.

Com a revogação da prisão preventiva, ele deverá evitar qualquer contato com as testemunhas do inquérito e não poderá se ausentar da comarca onde reside por mais de dez dias sem autorização da Justiça. O descumprimento das determinações poderá levar à decretação de uma nova prisão preventiva.

A defesa, representada pelo advogado criminal Rafael Leite, já havia apresentado a tese de legítima defesa de terceiro. A decisão que permite ao investigado aguardar em liberdade não representa uma absolvição, e a investigação sobre as duas mortes continua.

#Polícia
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