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seu modelo matemático melhora em 16% a detecção de terremotos — Uma estudante de 14 anos ajudou a solucionar um dos grandes problemas da sismologia

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 27 de outubro de 2026 às 17:01
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seu modelo matemático melhora em 16% a detecção de terremotos — Uma estudante de 14 anos ajudou a solucionar um dos grandes problemas da sismologia
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A aluna Isabel Rossi, de uma escola pública em Williamsburg, Virgínia, usou sua paixão por matemática para melhorar a cadeia de detecção de terremotos, possibilitando respostas mais rápidas às emergências. Com apenas 14 anos, ela desenvolveu um modelo algorítmico que testa diferentes posicionamentos para sensores de atividade sísmica até chegar ao mais eficaz.

Tudo começou quando a americana leu no periódico Physics Today um artigo sobre as dificuldades envolvidas na detecção de terremotos. Ela, que já experienciou um tremor de terra, já tinha interesse pelo tema e decidiu ajudar.

Anfíbio de 237 milhões de anos que teria sido o primeiro a viver só no mar é descoberto na China Gases de efeito estufa batem novo recorde e aumentam aquecimento global, aponta ONU Surto de gripe aviária em fazenda de visons em Utah gera alerta; até onde se sabe, os humanos não conseguem transmiti-la Ao longo de seis meses, a estudante analisou diferentes métodos de usar matemática para tomar decisões; ela os comparou a dados de sismologia na região de Los Angeles, na Califórnia, e a modelos computacionais de colocação de sensores. Apenas explorando um banco de dados online, descobriu onde estavam posicionados os aparelhos atuais e onde ocorreram terremotos anteriores, sem precisar se locomover até os locais.

Em seguida, ela criou um programa de computador que gerava organizações aleatórias dos sensores no espaço. Cada organização era submetida à análise de dois métodos matemáticos que levam em conta diferentes interesses – como difícil acesso à localização, abrangência da cobertura e escassez de recursos.

O objetivo era chegar à distribuição de sensores que equilibrava melhor todos os objetivos, desde a economia até a área coberta. Depois de vários testes, Isabel encontrou uma solução que maximizava a performance.

A disposição proposta aumentaria a cobertura da detecção de terremotos em 16,7%, incluindo espaços antes não monitorados, com apenas cinco novos sensores. A melhoria ainda não foi aplicada na vida real, mas ajuda a sofisticar os processos de decisão usados pela sismologia daqui em diante.

O projeto "Ouvindo nos Lugares Certos: Teoria dos Jogos e Otimização para Posicionamento de Sensores de Terremoto" foi parte do concurso Thermo Fisher Scientific Junior Innovators Challenge, organizado pela Society for Science, no qual Isabel é finalista entre os 10 mil estudantes de ensino fundamental inscritos.

O vencedor principal leva para casa um prêmio de US$ 25 mil (cerca de R$ 136 mil na cotação atual); a premiação acumulada de todas as categorias ultrapassa US$ 100 mil.

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