Região: Veja a cronologia dos pedidos de Lula e Flávio para prorrogar a votação no 2º turno
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Consulte formatos e valores disponíveisVeja a cronologia dos pedidos de Lula e Flávio para prorrogar a votação no 2º turno Solicitações ocorreram ao longo da tarde, em meio a relatos de problemas no transporte público, chuvas, alagamentos, interdições e falta de energia em diferentes localidades do país Eleições 2026: Ambas as campanhas, de Lula e Fávio, pediram prorrogação do horário de votação (Montagem com fotos de Ricardo Stuckert e Vittor Sales/Divulgação)
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) pediram à Justiça Eleitoral a prorrogação da votação do segundo turno das eleições de 2026 após relatos de problemas no transporte público, chuvas, alagamentos e falta de energia. O ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou a extensão do horário até as 19h, duas horas após o encerramento inicialmente previsto. A decisão foi divulgada às 17h03, quando parte das urnas já havia sido fechada, e levou o TSE a suspender temporariamente a apuração. A contagem foi retomada às 19h, e Lula foi considerado matematicamente reeleito às 21h08.
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acionaram a Justiça Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal (STF) no domingo, 25, para pedir a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. As solicitações ocorreram ao longo da tarde, em meio a relatos de problemas no transporte público, chuvas, alagamentos, interdições e falta de energia em diferentes localidades do país. A princípio, as urnas deveriam ser fechadas e a apuração iniciada às 17h.
O primeiro pedido da campanha petista foi protocolado às 13h22 e solicitava a extensão do horário de votação em municípios afetados por problemas de transporte. Ao longo da tarde, o PT ampliou a solicitação para todo o território nacional e, às 16h22, também acionou formalmente o STF. A campanha de Flávio Bolsonaro apresentou um pedido próprio às 15h50, com foco em 19 cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina atingidas por chuvas.
A decisão que prorrogou a votação até as 19h foi divulgada às 17h03 pelo ministro Cristiano Zanin, do STF. Como grande parte das urnas já havia sido fechada e a apuração já havia começado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) interrompeu temporariamente a contagem e a divulgação dos resultados. A votação foi encerrada novamente às 19h, quando a apuração foi retomada.
O primeiro pedido da campanha de Lula foi protocolado às 13h22 pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. A petição citou problemas de transporte público, incluindo a falta de ônibus em municípios da Bahia, e solicitou a extensão dos efeitos de um pedido anterior para prorrogar a votação até as 19h, no horário de Brasília, em zonas eleitorais de localidades afetadas.
O documento também mencionava municípios afetados nos estados do Piauí, Paraíba, Paraná, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, Pernambuco e Roraima. A campanha também pediu que a medida fosse estendida a outras unidades da Federação onde fossem identificados problemas semelhantes.
Além da prorrogação, a petição solicitava que eleitores presentes nos locais de votação às 17h recebessem as senhas previstas no Código Eleitoral, inclusive aqueles que estivessem nas áreas externas ou nos acessos aos prédios. O partido também pediu a manutenção do transporte coletivo gratuito, com frota integral, por pelo menos duas horas após o encerramento da votação, além do registro em ata de atrasos e relatos de eleitores impedidos de votar por falta de transporte.
Às 15h42, a campanha petista apresentou uma nova petição, desta vez em nome da coligação Brasil Pronto pra Mais, solicitando a ampliação da medida para todo o país.
O documento reiterou os pedidos anteriores, incluindo a prorrogação até as 19h nas localidades afetadas e a extensão da medida a qualquer unidade da Federação onde fossem registradas as mesmas intercorrências. A solicitação também previa que os Tribunais Regionais Eleitorais identificassem e comunicassem imediatamente as zonas eleitorais afetadas.
A campanha manteve os pedidos relacionados ao transporte público, à distribuição de senhas para os eleitores presentes nos locais de votação e ao registro dos problemas nas atas das seções eleitorais.
Oito minutos depois, às 15h50, a campanha de Flávio Bolsonaro apresentou um pedido próprio ao TSE. A solicitação mencionava problemas provocados por chuvas, alagamentos, interdições e falta de energia e pedia a prorrogação da votação em cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
Diferentemente dos pedidos petistas, que buscavam ampliar a medida para localidades afetadas em diferentes estados e, posteriormente, para todo o país, a solicitação da campanha de Flávio se concentrava nas cidades indicadas na petição.
A equipe do candidato do PL também pediu que a divulgação dos resultados da eleição presidencial só começasse após o encerramento da votação nesses locais.
Pouco depois das 16h, Nunes Marques determinou que o TRE da Bahia se manifestasse sobre o pedido do PT em até 30 minutos.
Às 16h, a campanha de Lula acionou formalmente o Supremo Tribunal Federal, pedindo a extensão do horário de votação para todo o território nacional.
Onze minutos depois, às 16h33, o ministro Cristiano Zanin foi sorteado relator da reclamação.
A movimentação ocorreu pouco antes do encerramento regular da votação e do início da divulgação dos resultados. Às 17h, grande parte das urnas já havia sido fechada, e o TSE havia começado a contabilizar os votos.
Às 17h03, foi divulgada a decisão de Zanin que ampliou o prazo de votação até as 19h, cabendo ao TSE dar cumprimento à determinação.
A decisão ocorreu depois do horário regular de encerramento da votação, quando parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento.
Às 17h06, o TSE interrompeu a contagem e a divulgação dos votos, com 0,25% das urnas apuradas. Às 17h20, o tribunal comunicou oficialmente a suspensão da apuração.
Às 17h49, o TSE comunicou às seções eleitorais a prorrogação da votação para as urnas que ainda não haviam sido fechadas.
Após a decisão que prorrogou a votação, o PL publicou uma mensagem em seu perfil oficial no Instagram, reconhecendo a medida do STF e convocando os fiscais de urna do partido a acompanhar o encerramento dos trabalhos e a emissão dos boletins de urna às 19h.
O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, seguiu a decisão do colega magistrado sobre o adiamento em locais que não houve fechamento das urnas.
A votação foi encerrada pela segunda vez às 19h, quando terminou o prazo estabelecido pela decisão judicial. Com isso, a apuração foi retomada.
O TSE considerou Lula matematicamente reeleito às 21h08, quando 97,69% das urnas estavam apuradas. Naquele momento, o petista contabilizava 62,6 milhões de votos, equivalentes a 51,74% dos válidos, contra 58,4 milhões de Flávio Bolsonaro, que tinha 48,26%.
A prorrogação ocorreu após pedidos das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro, que relataram problemas capazes de dificultar o acesso de eleitores às seções eleitorais. Entre as situações mencionadas estavam falta de transporte público, chuvas intensas, alagamentos, interdições e interrupções no fornecimento de energia.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a extensão do horário de votação até as 19h. A decisão foi divulgada às 17h03 de domingo, 25 de outubro de 2026, três minutos após o horário inicialmente previsto para o fechamento das urnas. Coube ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumprir a determinação.
A campanha de Lula solicitou inicialmente a prorrogação em municípios afetados por problemas de transporte e depois ampliou o pedido para todo o território nacional. Já a campanha de Flávio Bolsonaro pediu a extensão da votação em 19 cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina atingidas por chuvas e outros problemas. O PL também solicitou que a divulgação dos resultados começasse apenas após o encerramento da votação nesses locais.
O TSE interrompeu temporariamente a contagem e a divulgação dos resultados porque a decisão do STF foi divulgada depois das 17h, quando parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A suspensão ocorreu às 17h06, com 0,25% das urnas apuradas, e foi comunicada oficialmente às 17h20.
Segundo a cronologia apresentada, o TSE comunicou às 17h49 a prorrogação do horário para as urnas que ainda não haviam sido fechadas. O presidente do tribunal, Nunes Marques, seguiu o entendimento de Zanin sobre a extensão da votação nesses locais. A reportagem não informa a reabertura de urnas que já estavam encerradas.
A votação foi encerrada às 19h de domingo, 25 de outubro, duas horas depois do horário originalmente previsto. Com o término do prazo estabelecido pelo STF, o TSE retomou a apuração dos votos para presidente da República.
O TSE considerou Lula matematicamente reeleito às 21h08 de 25 de outubro de 2026, quando 97,69% das urnas estavam apuradas. Naquele momento, o petista tinha 51,74% dos votos válidos, equivalentes a 62,6 milhões de votos, contra 48,26% de Flávio Bolsonaro, que contabilizava 58,4 milhões.
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