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Região: TSE não agiu de ofício, diz Nunes Marques sobre “Exército do Lula”

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 25 de outubro de 2026 às 18:34
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Região: TSE não agiu de ofício, diz Nunes Marques sobre “Exército do Lula”
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Presidente da Corte eleitoral afirmou que suas decisões foram tomadas em resposta a demandas judiciais e que 80% delas foram referendadas em plenário

> copiar link --> Na imagem, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE Reprodução/YouTube @Poder360 - 4.out.2026 Rúbia Bragança de Brasília 25.out.2026 (domingo) - 15h34 Priorize o Poder no Google O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (25.out.2026) que a Corte não agiu de ofício nem exerceu poder de polícia em relação às demandas que surgiram ao longo do período eleitoral. A resposta foi dada a um questionamento sobre as decisões judiciais de bloqueio e posterior liberação do canal no WhatsApp “Exército do Lula”.

“A presidência do TSE em nenhum momento agiu de ofício ou agiu exercendo poder de polícia. As demandas que chegaram ao tribunal provocam a inauguração do processo administrativo ou judiciário”, disse o ministro a jornalistas.

Questionado sobre críticas de que teria atuado a favor da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Nunes Marques falou sobre o caráter colegiado das decisões no tribunal: “À exceção das últimas 48 horas, todas as minhas decisões foram levadas a referendo e mais de 80% foram referendadas”.

O presidente do TSE declarou ainda que a judicialização é uma tradição da Justiça Eleitoral brasileira e ressaltou que “todas as instituições que integram a República estão dedicadas a termos uma eleição digna”.

Estavam presentes no local os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além da ministra do TSE Estela Aranha.

O ministro declarou que as urnas eletrônicas são eficientes e seguras e informou que, até o momento, não há registros de votação em cédula de papel. “Voto em papel é só registro histórico”, disse.

Segundo balanço divulgado pelo TSE, foram registradas poucas ocorrências no país: 138 no total. Entre as falhas e infrações contabilizadas estão:

Kassio Nunes Marques ressaltou que “ o voto é uma das mais importantes manifestações da cidadania” e informou que quem não votou no 1º turno pode votar no 2º turno, desde que esteja com o título eleitoral regularizado.

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