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Região: Sem título

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 09:30
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Região: Sem título
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O tiro do Vasco ao escolher o Nilton Santos como palco do clássico saiu pela culatra. E mais do que isso. Com a goleada por 4 a 1, reforçou um Flamengo dominante no gramado sintético em 2026.

Em seis jogos, invencibilidade: são cinco vitórias e um empate na grama artificial.

O cenário, inclusive, vira um recado para o Palmeiras, pensando no jogo que se desenha como o mais importante do campeonato, que pode definir os rumos da briga pelo título do Brasileirão.

O Fla no sintético em 2026: Botafogo 1 x 2 Flamengo -- Nilton Santos Botafogo 0 x 3 Flamengo -- Nilton Santos Atlético-MG 0 x 4 Flamengo -- Arena MRV Athletico-PR 1 x 1 Flamengo -- Arena da Baixada Chapecoense 0 x 4 Flamengo -- Arena Condá Vasco 1 x 4 Flamengo -- Nilton Santos

Das cinco vitórias, quatro foram já na gestão Leonardo Jardim. A exceção foi a vitória sobre o Botafogo no Carioca, a primeira parada do ano no campo artificial.

E a única vez que perdeu pontos no sintético foi contra o Athletico — que ainda será adversário nas rodadas que faltam no Brasileirão, mas no Maracanã.

Eu falo que prefiro um bom gramado natural do que um bom gramado sintético. Claro que, se o gramado for ruim, eu prefiro o sintético, mas o sintético tem um impacto muito grande em termos de desgaste e recuperação. Agora, o Vasco vai ter uma dificuldade maior para recuperar para o próximo jogo. O impacto em termos físicos é muito maior do que no gramado natural Leonardo Jardim

O Flamengo é um defensor aguerrido dos gramados naturais e não relaciona o volante Nico De La Cruz em campos artificiais. Mas tem encontrado nesse tipo de piso um terreno favorável para jogar bem.

Além das rusgas pelo uso do Maracanã, o Vasco levou o jogo no Nilton Santos tentando tirar o rival da zona de conforto. Mas o saldo de 4 a 1 no clássico mostrou que, esportivamente, a estratégia foi ineficaz, mesmo em um dia de chuva intensa no Rio.

Pedro celebra gol em Vasco x Flamengo, jogo do Brasileirão Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF "Antes do jogo eu falei sobre o campo, falei que é um campo bom. Obviamente, é um campo sintético, mas é um campo que a bola rola bastante, é um campo rápido, um campo confortável para jogar. Então, acredito que a gente não teve problema, a gente conseguiu colocar o nosso futebol de tentar propor o jogo, e a gente foi muito feliz nesse quesito", comentou o lateral-direito Emerson Royal, que ontem foi titular atuando pela esquerda.

O gramado sintético virou uma briga institucional do Flamengo. O discurso da gestão do presidente Luiz Eduardo Baptista é incisivo contra esse tipo de piso.

De todo modo, esse aproveitamento do Flamengo de 88,9% dos pontos disputados no sintético é um ingrediente a mais na briga pelo Brasileirão, que virou a única alternativa de título para o Fla nesta reta final de 2026.

O jogo contra o Palmeiras no Nubank Parque está previsto para 22 de novembro.

A briga tem no momento o Flamengo com vantagem de três pontos e duas vitórias a mais. Ou seja, ainda que perca no último compromisso do ano no sintético, pode não ser ultrapassado, caso a diferença se sustente como está.

A discussão sobre o sintético vai ganhar novos contornos ainda este ano porque a CBF vai levar o tema ao debate com os clubes, nas reuniões que tem feito sobre a liga e as regras para o Brasileirão.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

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