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Região: Quem já está no governo de Cleitinho em MG e o que as escolhas revelam

Partidos não estão pesando

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 05:00
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Região: Quem já está no governo de Cleitinho em MG e o que as escolhas revelam
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto Belo Horizonte — O futuro governo de Cleitinho Azevedo (Republicanos) começa a tomar forma com uma combinação de aliados pessoais, ex-adversários eleitorais, empresários e técnicos que passaram por administrações de diferentes orientações políticas. Embora a maior parte do secretariado de Cleitinho ainda não tenha sido anunciada, as primeiras escolhas indicam uma gestão montada mais por relações de confiança e experiência administrativa do que por uma divisão de cargos entre partidos.

Para a área econômica do governo, foi confirmado nesta semana o nome do economista Thiago Toscano, que deixará o cargo de CEO da mineradora Itaminas para aceitar convite de Cleitinho. Ele é ex-presidente da Codemig e da Codemge e ficará à frente de uma secretaria que reunirá atribuições ligadas à gestão pública, ao desenvolvimento econômico, a novos negócios e à atração de investimentos.

Até o momento, o ex-candidato ao governo Gabriel Azevedo (MDB) é outro nome confirmado para o futuro secretariado. O vice-governador, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), também comandará uma pasta, ainda não definida. O engenheiro Otto Levy aceitou o convite para presidir a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Para a área econômica do governo, é forte o nome do economista Thiago Toscano, que estaria deixando o cargo de CEO da mineradora Itaminas para aceitar convite de Cleitinho. Ele é ex-presidente da Codemig e da Codemge.

A lista de convidados e cotados inclui ainda o empresário Vittorio Medioli (PL), o economista Bruno Westin, o médico Bernardo Guimarães, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício Galvão, e o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, que também concorreu ao governo de Minas.

A condução política e administrativa da transição está concentrada em Falcão e ele terá um papel no governo. Cleitinho já afirmou que não pretende manter o vice afastado das decisões da gestão.

O núcleo de confiança também inclui Gleidson Azevedo (Republicanos), irmão de Cleitinho e deputado federal eleito. Ex-prefeito de Divinópolis, ele participa da equipe de transição, embora não haja sinais de que deixará o mandato na Câmara para assumir um cargo em Minas.

A presença dos dois mostra que, apesar da busca por técnicos, Cleitinho pretende manter o centro de decisão próximo a pessoas com quem já trabalhou e que compartilham sua experiência municipalista no Centro-Oeste mineiro.

#Política#Governo
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