Região: Para onde vai o entulho? Separação ainda no canteiro permite que resíduos de até 1,3 tonelada recebam destinações corretas
Separação ainda no canteiro permite que resíduos de até 1,3 tonelada recebam destinações corretas apareceu primeiro em O Diário de Maringá.

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Consulte formatos e valores disponíveisESG, Imóveis, Infraestrutura, Mercado Imobiliário, Notícias Com gestão de materiais na fonte e parcerias de reciclagem, manejo correto de resíduos reduz custos, evita contaminação e transforma canteiros de obras
Conhecida por demandar volumes expressivos de matérias-primas, a construção civil também gera resíduos ao longo das obras. Em um empreendimento de grande porte, formado por torres de até 16 andares, por exemplo, a estimativa é de que cerca de 1,3 tonelada de resíduos seja gerada até a conclusão da construção. O volume pode exigir a movimentação de 15 a 20 caçambas por mês. Mas, para onde vai todo esse material?
Na MRV, parte disso retorna à cadeia produtiva para ser reaproveitada dentro da própria obra ou ganhar novas funções. O destino começa a ser definido ainda no canteiro, com a separação dos resíduos na própria fonte geradora. Segundo Leandro Cesar Cunha, Gestor de Obras da MRV, esse processo acompanha todas as etapas da construção, da preparação do terreno até a entrega do imóvel.
A primeira etapa é a separação minuciosa dos materiais no próprio canteiro, divididos conforme suas características físicas e químicas. A partir daí, em parceria com empresas de transporte e destinadoras ambientais, cada categoria segue um fluxo específico para reduzir riscos e ampliar as possibilidades de reaproveitamento e reciclagem. “Materiais como papelão, plásticos, madeira e gesso são encaminhados a empresas recicladoras para retornarem à cadeia produtiva. Já os entulhos são direcionados a Aterros de Resíduos da Construção Civil (RCC), onde podem ser processados e reutilizados como agregados. As embalagens de produtos contaminados, por sua vez, recebem tratamento especial e são destinadas a Aterros Classe I — locais preparados por lei exclusivamente para o descarte seguro de resíduos perigosos —, evitando qualquer risco de contaminação do solo e do lençol freático”, explica Leandro.
Outra parte do que seria descartado também pode ganhar uma nova função antes mesmo de deixar a obra. Sobras de madeira podem ser transformadas em lixeiras e suportes, enquanto pedaços de ferro podem ser reutilizados para suspender extensões. Embalagens de produtos são reaproveitadas para a captação de água da chuva. Já os corpos de prova de concreto e sobras do mesmo material podem ganhar uma segunda utilização na construção de caminhos e calçadas provisórias.
Essa evolução no manejo dos resíduos dialoga com novas práticas e tecnologias da construção civil. Exemplo disso é a industrialização dos sistemas construtivos, com formas para paredes de concreto moldadas in loco, além de maior precisão no planejamento de suprimentos. Com essas iniciativas, além dos ganhos ambientais — como a preservação de matérias-primas, a redução da pegada de carbono e da pressão sobre os aterros sanitários —, é possível manter os canteiros limpos e organizados, otimizar a circulação interna e aumentar a produtividade, reduzindo os riscos de acidentes de trabalho.
Na MRV, o gerenciamento de resíduos acontece há mais de dez anos. conforme apuração dos redatores da Empire Cidadesstor, o desafio agora é avançar não apenas na destinação, mas principalmente na redução dos resíduos ao longo da construção. “Sabemos que a construção civil gera uma quantidade significativa de resíduos. O objetivo é ampliar continuamente as possibilidades de redução, reutilização e destinação adequada, tornando o processo cada vez mais eficiente e sustentável”, conclui.
Com 47 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 550 mil chaves. Atualmente, mais de 1,8 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br.
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