Voltar para a página inicial

Região: Oncoclínicas obtém apoio de credores para aprovar recuperação extrajudicial

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 31 de outubro de 2026 às 01:43
90.547 visualizações
Região: Oncoclínicas obtém apoio de credores para aprovar recuperação extrajudicial
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Divulgação A Oncoclínicas, um dos maiores grupos de tratamento de câncer da América Latina, conseguiu adesão suficiente de credores para avançar com seu plano de recuperação extrajudicial, que envolve cerca de R$ 5,7 bilhões em dívidas. A empresa informou nesta sexta-feira (30/10) que obteve o apoio de titulares de créditos que somam mais de R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 61,6% do total abrangido pela proposta.

O percentual supera o mínimo de 50% exigido pela Lei de Recuperação Judicial e Falências ( Lei nº 11.101/2005 ) para que o plano possa ser submetido à homologação judicial. O resultado foi comunicado pela empresa em fato relevante enviado ao mercado.

Com o quórum alcançado, a companhia dará continuidade ao pedido de homologação na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. A próxima etapa será a publicação de um edital, a partir do qual os credores poderão apresentar eventuais questionamentos ao plano.

A versão atualizada da proposta foi apresentada à Justiça nessa quinta-feira (29/10). O documento considera os créditos abrangidos pela recuperação extrajudicial e exclui os débitos entre empresas do próprio grupo.

Com 144 unidades em mais de 47 regiões, a Oncoclínicas enfrenta dificuldades para manter o tratamento dos pacientes. Um dos motivos apontados é o estrangulamento do caixa promovido pelas operadoras de saúde.

De acordo com a companhia, os planos de saúde se negam a antecipar recebíveis de faturas – que, mais tarde, seriam pagas pelas próprias operadoras – e travam a possibilidade de ceder recebíveis para bancos.

São os recebíveis que, de acordo com a Oncoclínicas, geram caixa para a companhia assegurar o fornecimento de medicamentos em dia. Sem o dinheiro, o tratamento dos pacientes – clientes dos planos de saúde, que, por sua vez, contratam a Oncoclínicas para oferecer o serviço – é prejudicado.

#Brasil#Belém#Saúde
Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas