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Região: Novo presidente do Paraguai promete ressarcir 2,9 milhões de clientes após prisão de Peña

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 7 de novembro de 2026 às 17:40
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Região: Novo presidente do Paraguai promete ressarcir 2,9 milhões de clientes após prisão de Peña
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Novo presidente do Paraguai promete ressarcir 2,9 milhões de clientes após prisão de Peña Pedro Alliana assumiu o governo após impeachment de Santiago Peña, detido em meio à investigação sobre o fechamento do Ueno Bank; crise financeira atinge milhões de correntistas Pedro Alliana: novo presidente assume país após crise bancária

Última atualização em 7 de novembro de 2026 às 15h35.

Priorizar nos meus resultados Google Contexto 15s Novo presidente do Paraguai promete ressarcir 2,9 milhões de clientes afetados pelo fechamento do Ueno Bank. A crise levou à prisão do ex-presidente Santiago Peña. O governo assume em meio a investigações sobre irregularidades financeiras.

O novo presidente do Paraguai, Pedro Alliana, prometeu ressarcir integralmente os clientes afetados pelo fechamento do Ueno Bank, instituição financeira cuja crise levou à destituição e à prisão do ex-presidente Santiago Peña na sexta-feira, 6 de novembro. Segundo as autoridades paraguaias, cerca de 2,94 milhões de clientes foram atingidos pelo congelamento de recursos após a dissolução do banco.

Alliana, que ocupava a Vice-Presidência, assumiu o comando do país após o Senado aprovar o impeachment de Peña, em meio às investigações sobre a crise financeira. Em seu primeiro discurso, o novo presidente afirmou que o governo adotará medidas para devolver o dinheiro aos correntistas, com prioridade para a população de menor renda.

"O que venho prometer é concreto: os compatriotas que hoje atravessam um momento difícil em consequência do descalabro financeiro serão compensados plenamente. Não vamos deixá-los sós", declarou Alliana.

A promessa ocorre após o Banco Central do Paraguai (BCP) determinar, na terça-feira, 3, a dissolução do Ueno Bank. O fechamento da instituição provocou uma crise financeira e política, que culminou na saída de Peña do governo.

A posse de Alliana ocorreu poucas horas depois da destituição de Santiago Peña, aprovada pelo Senado paraguaio durante um julgamento político na sexta-feira.

Os senadores votaram pela saída do então presidente em meio às acusações de irregularidades relacionadas ao Ueno Bank, instituição com a qual Peña manteve vínculos empresariais.

Pouco depois da decisão parlamentar, o Ministério Público determinou a prisão do ex-presidente no âmbito de uma investigação por suspeita de lesão de confiança e outros possíveis crimes relacionados à crise bancária.

A Polícia Nacional cumpriu a ordem na residência de Peña, em Assunção, onde ele permaneceu sob custódia das autoridades.

Segundo a agência EFE, o Ministério Público determinou que o ex-presidente ficasse detido em casa até ser colocado à disposição da unidade especializada em crimes econômicos e anticorrupção.

A investigação busca esclarecer possíveis responsabilidades pelas irregularidades envolvendo o banco. A destituição por impeachment e a investigação criminal são procedimentos distintos, e a prisão não representa uma condenação penal.

Peña, que foi acionista da holding controladora do Ueno Bank até março de 2025, nega ter cometido irregularidades. Segundo o ex-presidente, os problemas da instituição eram uma questão de responsabilidade dos órgãos reguladores.

No sábado, 7, Peña compareceu ao Ministério Público para prestar esclarecimentos aos investigadores, conforme apuração dos redatores da Empire Cidades.

A crise que levou à queda do governo começou com a dissolução do Ueno Bank, determinada pelo Banco Central do Paraguai.

A decisão atingiu aproximadamente 2,94 milhões de clientes, que ficaram sem acesso aos recursos mantidos na instituição financeira.

O bloqueio dos valores provocou protestos e aumentou a pressão sobre o governo e as autoridades responsáveis pela fiscalização do sistema bancário.

Diante desse cenário, Alliana anunciou que a recuperação dos recursos será uma das prioridades de sua administração.

O presidente afirmou que os clientes serão compensados integralmente, com atenção especial aos grupos mais vulneráveis.

Apesar do compromisso, ainda não foram detalhados os mecanismos de ressarcimento, o calendário de pagamentos ou a origem dos recursos que serão utilizados para compensar os clientes.

Pedro Alliana era vice-presidente do Paraguai e assumiu o governo após a destituição de Santiago Peña, seu aliado no Partido Colorado, legenda que governa o país.

A cerimônia de posse ocorreu em uma sessão extraordinária do Congresso, conduzida pelo presidente do Legislativo, Basilio Núñez.

Alliana assumiu a Presidência para completar o mandato iniciado por Peña, que termina em agosto de 2028. Não haverá uma nova eleição presidencial em razão da mudança de governo.

Após a posse do novo presidente, Antonio Barrios, que deixou o cargo de senador, prestou juramento como vice-presidente.

A mudança ocorre em meio a uma das principais crises políticas e financeiras enfrentadas pelo Paraguai, com milhões de clientes aguardando uma solução para o bloqueio dos recursos no Ueno Bank.

O novo governo terá como desafio imediato organizar as medidas de ressarcimento e enfrentar as consequências econômicas e institucionais do fechamento do banco.

Pedro Alliana assumiu a Presidência do Paraguai em 6 de novembro de 2026, após a destituição de Santiago Peña pelo Senado. Ele era vice-presidente e pertence ao Partido Colorado. Seu mandato está previsto para terminar em agosto de 2028.

Santiago Peña foi destituído pelo Senado em um julgamento político relacionado à crise provocada pelo fechamento do Ueno Bank. Parlamentares apontaram possíveis irregularidades na relação entre o governo, a instituição financeira e os órgãos reguladores.

O ex-presidente foi detido na sexta-feira, 6 de novembro, após uma ordem do Ministério Público paraguaio, no âmbito de uma investigação por suspeita de lesão de confiança e outros possíveis crimes relacionados ao Ueno Bank. Peña nega irregularidades e não havia condenação penal informada.

O Banco Central do Paraguai determinou a dissolução do Ueno Bank em 3 de novembro de 2026. A medida provocou o congelamento de recursos de aproximadamente 2,94 milhões de clientes e desencadeou uma crise política e financeira no país.

O presidente Pedro Alliana prometeu compensar integralmente os clientes atingidos pelo fechamento do banco, com prioridade para os menos favorecidos. Até o anúncio, não haviam sido divulgados prazos ou detalhes operacionais para a devolução dos recursos.

Pedro Alliana deverá completar o mandato presidencial iniciado por Santiago Peña, com término previsto para agosto de 2028.

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