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Região: Neil Young cobra US$ 10 milhões de comitê de Trump por uso de música em campanha

Na ação, o músico argumenta que a mensagem de Rockin' in the Free World contrasta com as posições políticas de Trump

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 00:40
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Região: Neil Young cobra US$ 10 milhões de comitê de Trump por uso de música em campanha
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Neil Young cobra US$ 10 milhões de comitê de Trump por uso de música em campanha Aos 80 anos, Young é um crítico das políticas do presidente americano. Na ação, o músico argumenta que a mensagem de Rockin' in the Free World contrasta com as posições políticas de Trump Neil Young (Gary Miller/Getty Images)

Última atualização em 28 de outubro de 2026 às 21h02.

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Neil Young entrou com uma ação de US$ 10 milhões contra o Trump 47 Committee, comitê de arrecadação que apoia Donald Trump, pelo uso de Rockin' in the Free World em um evento eleitoral em 12 de outubro. A Silver Fiddle Music, empresa do cantor, afirma que a música foi executada sem licença.

O cantor Neil Young entrou com uma ação judicial de US$ 10 milhões contra o Trump 47 Committee, comitê de arrecadação de fundos que apoia o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo informações da BBC, o processo questiona o uso da música Rockin' in the Free World, d e 1989, em um evento eleitoral realizado em 12 de outubro, em Youngstown, Ohio.

A ação foi apresentada em um tribunal federal pela Silver Fiddle Music, empresa do artista. Segundo o documento, a composição foi executada sem licença antes do comício e também teria sido utilizada “inúmeras vezes em outros comícios”.

O processo alega que Trump tinha conhecimento da necessidade de obter autorização para tocar músicas em eventos políticos. De acordo com a ação, o cantor “não concedeu, nem concederia, a licença exigida”.

A composição foi descrita no documento como “um hino contundente que contrasta as promessas vazias da retórica política americana com as duras realidades enfrentadas pelos pobres, pelos sem-teto e pelos esquecidos”. O texto também afirma que a canção é “o oposto de tudo o que Donald J. Trump representa”.

Na terça-feira, 27, Young comentou o processo em seu site. O cantor agradeceu a Trump por ter comparecido a vários de seus shows nas décadas de 1980 e 1990, mas criticou a utilização de seu repertório sem autorização.

“Lamento que tenha chegado a esse ponto, mas dinheiro e transações são coisas que você entende”, escreveu.

O músico já havia recorrido à Justiça pelo mesmo motivo durante a campanha presidencial de 2020. Na ocasião, Young processou a campanha de Trump por suposta violação de direitos autorais relacionada ao uso de Rockin' in the Free World e Devil's Sidewalk.

Segundo a nova ação, a campanha “não apresentou nenhuma defesa e chegou imediatamente a um acordo pouco depois de receber a notificação do processo”. O acordo previa que as músicas não voltariam a ser utilizadas sem autorização.

Outros artistas também contestaram o uso de suas canções em eventos políticos de Trump. De acordo com a BBC, Rolling Stones, Rihanna, Adele e R.E.M., além do espólio de Prince, estão entre os nomes que criticaram o presidente pelo uso de músicas em eventos de campanha.

Neil Young processou o Trump 47 Committee pelo uso sem licença de Rockin' in the Free World. Segundo informações da BBC, a música foi executada em um evento eleitoral realizado em 12 de outubro, em Youngstown, Ohio.

Neil Young pede US$ 10 milhões na ação apresentada pela Silver Fiddle Music, empresa do artista, em um tribunal federal.

Neil Young afirma que a mensagem de Rockin' in the Free World contrasta com as posições políticas de Donald Trump. A ação descreve a composição como um hino que contrapõe a retórica política americana às dificuldades enfrentadas por pobres, pessoas sem-teto e esquecidos.

Sim. Em 2020, Neil Young processou a campanha de Donald Trump pelo suposto uso indevido de Rockin' in the Free World e Devil's Sidewalk, e, segundo a nova ação, as partes chegaram a um acordo que impedia novas utilizações sem autorização.

Segundo a BBC, Rolling Stones, Rihanna, Adele e R.E.M., além do espólio de Prince, criticaram Donald Trump pelo uso de suas músicas em eventos de campanha.

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