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Região: Mercado de escritórios do Rio reduz vacância e registra maior preço médio em seis anos, segundo Colliers

Dados da Colliers mostram que a taxa de vacância recuou quatro pontos na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o preço médio pedido de locação

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 21:04
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Região: Mercado de escritórios do Rio reduz vacância e registra maior preço médio em seis anos, segundo Colliers
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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O resultado ocorre em um cenário de maior absorção de áreas e oferta limitada de novos espaços. No trimestre, a conclusão do retrofit de um importante edifício no Centro acrescentou cerca de 15 mil m² ao inventário corporativo da cidade. Ainda assim, a atividade construtiva segue paralisada e não há previsão de novas entregas no curto prazo.

Depois de encerrar o primeiro semestre com vacância abaixo de 20%, o mercado carioca manteve o movimento de redução das áreas vagas ao longo do terceiro trimestre. A demanda segue ativa nas principais regiões monitoradas, contribuindo para a queda do indicador nos últimos 12 meses.

A melhora também aparece nos valores pedidos de locação. O preço médio alcançou R$ 92/m²/mês, maior nível em seis anos, refletindo a menor oferta de imóveis de alto padrão e a continuidade das negociações em diferentes regiões da cidade.

Centro, Cidade Nova e Porto concentraram os principais contratos fechados no período. As três regiões já vinham ganhando relevância nas movimentações recentes e voltaram a reunir algumas das maiores locações realizadas no terceiro trimestre.

A conclusão do retrofit no Centro também se destacou no período. A modernização do imóvel trouxe 15 mil m² de volta ao mercado em um momento de baixa expansão da oferta, já que não há novos empreendimentos em construção com entrega prevista para os próximos meses.

Para Ricardo Betancourt, CEO da Colliers, os indicadores reforçam a melhora gradual do segmento na cidade.

"Os indicadores do mercado de escritórios no Rio de Janeiro seguem positivos. A ocupação cresceu em todas as regiões monitoradas, e os preços pedidos de locação também subiram. Neste trimestre, foi concluído o retrofit de um importante edifício no Centro, que adicionou 15 mil m² ao estoque. Para os próximos meses, esperamos que a vacância continue caindo, já que a demanda permanece ativa. Com menos espaços disponíveis, a tendência é de alta nos preços pedidos", afirma.

#Rio de Janeiro#Economia
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