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Região: Melania Trump diz ter intermediado cessar-fogo em cidade da Ucrânia

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 16:30
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Região: Melania Trump diz ter intermediado cessar-fogo em cidade da Ucrânia
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Melania Trump diz ter intermediado cessar-fogo em cidade da Ucrânia Primeira-dama dos EUA anunciou trégua humanitária em Oleshky, com início em 29 de outubro, para garantir entrega de suprimentos e retirada de civis Melania Trump durante pronunciamento nos EUA ( MANDEL NGAN/Getty Images)

Publicado em 23 de outubro de 2026 às 12h55 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, anunciou nesta sexta-feira, 23, que intermediou um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia na cidade ucraniana de Oleshky. A pausa começará em 29 de outubro. Segundo ex-moradores ouvidos pela agência AFP, a cidade sob controle russo enfrenta escassez crescente de alimentos e medicamentos.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, comunicou nesta sexta-feira (23) ter intermediado um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia na cidade ucraniana de Oleshky. A pausa nos combates entrará em vigor a partir de 29 de outubro.

Por meio de um comunicado, Melania Trump destacou a gravidade da situação local. "Oleshky é uma cidade na linha de frente, à beira do desastre (...) Está claro que, sem a minha intervenção, teria sido impossível levar ajuda humanitária à cidade", declarou.

O município fica localizado nas proximidades do rio Dnieper, que atua como uma fronteira natural nesta região do sul da Ucrânia, palco de grande parte dos confrontos mais severos entre as duas nações.

Atualmente sob controle da Rússia, Oleshky enfrenta uma falta cada vez maior de medicamentos e alimentos, de acordo com relatos de ex-moradores entrevistados pela agência AFP.

Embora tanto russos quanto ucranianos admitam a crise humanitária na área, as duas nações repassam a responsabilidade pelo cenário uma para a outra, trocando acusações sobre bloqueios nas evacuações e nas entregas de suprimentos. O contato com as pessoas que continuam na cidade é bastante restrito.

O documento divulgado ressalta os esforços diplomáticos: "A primeira-dama Melania Trump e seu representante trabalharam diretamente com os líderes da Rússia e da Ucrânia para definir os termos de um cessar-fogo localizado".

O texto aponta ainda a forma de atuação das equipes no terreno. "Líderes civis, não militares, de ambos os países trabalharão em conjunto para visitar os moradores de Oleshky em suas casas e determinar o nível de ajuda de que necessitam", indicou a nota.

Segundo o comunicado da primeira-dama americana, o município sofreu um forte esvaziamento populacional. Antes da guerra, a cidade abrigava cerca de 24.000 residentes; hoje, restam menos de 2.000 pessoas no local — a grande maioria composta por idosos, além de aproximadamente 50 crianças.

Para monitorar a ação, foi garantida a presença da imprensa. "Também consegui que um veículo de comunicação americano imparcial acompanhe e documente as equipes russas e ucranianas no local durante todo o processo. Isso desempenhará um papel fundamental para garantir que os desejos de cada família sejam fielmente respeitados", argumentou Melania Trump.

Por fim, ela assegurou suporte logístico para as famílias que optarem por deixar a região. "Os moradores que desejarem ser retirados receberão apoio coordenado e transporte para o destino de sua preferência. Prevejo que alguns queiram ir para a Rússia e outros para a Ucrânia", concluiu.

Melania Trump anunciou nesta sexta-feira, 23, que intermediou um cessar-fogo localizado entre Rússia e Ucrânia na cidade de Oleshky. Segundo o comunicado da primeira-dama dos Estados Unidos, representantes dos dois países participaram da definição dos termos.

O cessar-fogo em Oleshky entrará em vigor em 29 de outubro. A pausa nos combates pretende permitir a entrada de ajuda humanitária e o atendimento aos moradores.

Oleshky enfrenta escassez crescente de medicamentos e alimentos, segundo ex-moradores entrevistados pela agência AFP. Rússia e Ucrânia reconhecem a crise, mas trocam acusações sobre bloqueios às evacuações e às entregas de suprimentos.

Líderes civis russos e ucranianos visitarão os moradores em suas casas para avaliar as necessidades de cada pessoa, segundo o comunicado de Melania Trump. Um veículo de comunicação americano acompanhará e documentará o trabalho das equipes.

Menos de 2.000 pessoas permanecem em Oleshky, segundo o comunicado da primeira-dama americana. Antes da guerra, a cidade tinha cerca de 24.000 habitantes; entre os atuais moradores, a maioria é idosa e aproximadamente 50 são crianças.

Os moradores que desejarem sair de Oleshky receberão apoio coordenado e transporte para o destino escolhido, de acordo com Melania Trump. A primeira-dama afirmou prever que algumas famílias sigam para a Rússia e outras para a Ucrânia.

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