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Região: Governo age para conter casos de assédio e violência após Eleições 2026

Governo também apura casos de violência

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 07:30
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Região: Governo age para conter casos de assédio e violência após Eleições 2026
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto A escalada de violência e ameaças de demissão após o segundo turno das eleições presidenciais levou o governo federal a tomar medidas para conter novos episódios.

Nesta semana, o Executivo anunciou uma força-tarefa composta por diversos órgãos para combater práticas de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Em outra frente, pastas se mobilizam para levantar e apurar casos de ameaças, agressões e até assassinatos envolvendo o resultado das eleições.

A criação da força-tarefa contra o assédio ocorreu após se espalharem nas redes sociais relatos de empresários incentivando a demissão de funcionários que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O grupo é composto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPT), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O boicote a estabelecimentos que declaram apoio ao petista. O MTE criou um canal de denúncias específico para receber denúncias de discriminação por conta do posicionamento político ou voto.

Também iniciou uma campanha para incentivar a denúncia de situações de coação, ameaça ou discriminação no ambiente profissional. A pasta passou a orientar usuários por meio de notificações no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. O governo avalia, ainda, a criação de uma “lista suja” para empregadores envolvidos com irregularidades.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, foram registradas cerca de 2,3 mil denúncias de assédio eleitoral apenas em outubro. O. Nessa quinta, a Justiça do Trabalho determinou à empresa a derrubada de publicações nesse teor em um prazo de até 24 horas.

#Belém#Política#Governo
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