Região: Flávio Bolsonaro questiona resultado eleitoral, admite falta de provas e projeta disputa presidencial para 2030
Paulo publicada nesta sexta-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu não possuir provas materiais de fraude na apuração das eleições presidenciais,

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Consulte formatos e valores disponíveisAdicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google.btn-google-fonte { display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; background-color: #f1f3f4; color: #3c4043; padding: 8px 18px; border-radius: 9999px; text-decoration: none; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 13.5px; line-height: 1.3; transition: background-color 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; max-width: fit-content; }.btn-google-fonte:hover { background-color: #e8eaed; box-shadow: 0 1px 3px rgba(60, 64, 67, 0.15); color: #202124; text-decoration: none; }.btn-google-fonte.google-icon { flex-shrink: 0; }.btn-google-fonte strong { color: #1a73e8; } Senador anuncia que PL pedirá cassação da chapa Lula-Alckmin por abuso econômico; parlamentar permanece nos Estados Unidos José Souza novembro 7, 2026 12:04 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:
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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo publicada nesta sexta-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu não possuir provas materiais de fraude na apuração das eleições presidenciais, mas manteve declarações contestando a legitimidade da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Derrotado no segundo turno por uma margem de cerca de 4,4 milhões de votos (51,79% a 48,21%), o parlamentar alegou impossibilidade institucional de comprovação e adiantou planos eleitorais para 2030.
Ao ser questionado sobre a ausência de elementos concretos que sustentem as alegações de adulteração nos boletins de urna, o senador justificou:
A vitória de Lula foi homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — corte presidida pelo ministro Nunes Marques —, reconhecida diplomaticamente por mais de uma centena de governos estrangeiros e chancelada formalmente pelo próprio presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto.
Questionamentos à apuração e dados oficiais Entre os argumentos apresentados pelo senador para levantar dúvidas sobre a contagem estão ocorrências procedimentais e movimentações eleitorais:
Horário de votação: Flávio criticou a prorrogação do encerramento das urnas na Bahia, embora o procedimento tenha seguido regra uniforme de compensação aplicada em seções com filas em âmbito nacional;
Crescimento entre turnos: o congressista alegou incompatibilidade matemática no aumento de votos do adversário entre as duas etapas do pleito; os registros oficiais do TSE mostram que ambos cresceram no segundo turno: Lula somou 10,3 milhões de novos sufrágios, enquanto Flávio ampliou sua contagem em 3,7 milhões;
Composição do tribunal: o senador afirmou que o TSE estaria alinhado ao governo federal, apesar de a corte contar em sua composição com magistrados indicados durante a gestão de Jair Bolsonaro, como Nunes Marques e André Mendonça.
Ação no TSE e cenário para 2030 Mesmo com as queixas voltadas à tecnologia de apuração, o senador antecipou que a estratégia judicial do PL não se apoiará na tese de invasão ou fraude no sistema eletrônico de contagem. O partido ingressará com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) pleiteando a cassação da chapa Lula-Alckmin por abuso de poder político e econômico.
A representação mirará benefícios sociais e anúncios realizados pela gestão federal no calendário eleitoral, tais como o reajuste do Bolsa Família, a criação do programa Pé-de-Meia Universitário e a proposta de crédito de R$ 5 mil voltada a microempreendedores individuais (MEIs).
No plano político-partidário, Flávio colocou-se à disposição da legenda para concorrer à Presidência da República em 2030, sem descartar disputas suplementares caso ocorram vacâncias:
Condicionou sua pretensão à manutenção da inelegibilidade de Jair Bolsonaro: se o ex-presidente restabelecer seus direitos políticos, continuará sendo o candidato natural do grupo;
Avaliou com normalidade eventuais pretensões do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para o mesmo ciclo eleitoral.
Permanência no exterior e mandato legislativo Residindo atualmente nos Estados Unidos, Flávio afirmou que sua saída do território nacional decorreu de iniciativa pessoal e declarou buscar a regularização de sua situação migratória no país norte-americano. A narrativa diverge de manifestação feita ao portal Metrópoles por Jason Miller, assessor da Casa Branca, que relatou ter intermediado a aeronave executiva utilizada na viagem do senador e de seus familiares.
Em declarações ao jornal The New York Times, o parlamentar afirmou que não pretende retornar ao Brasil por alegar ausência de garantias de um devido processo legal perante as instâncias do Judiciário, ressaltando que manterá as atividades do seu mandato no Senado Federal de forma remota.
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