Região: Flávio Bolsonaro fez festa em lancha com lobistas e prostitutas durante a pandemia, diz revista
Segundo a publicação, os empresários Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, da Precisa Medicamentos, organizaram a festa para o senador na esperança de se
%3Astrip_icc()%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FZ%2FS%2FZwU5BJRB2Xeqn0cj3PMg%2F6067ef7a5ba74314bebf47f44920013e-0-5e32476a81394e52a37f8e88692b4440.jpg&w=3840&q=75)
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisSegundo a publicação, os empresários Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, da Precisa Medicamentos, organizaram a festa para o senador na esperança de se aproximar do governo Jair Bolsonaro (PL) e fechar um acordo para fornecer a vacina indiana Covaxin, cuja fabricante, a Bharat Biotech, diziam representar.
Ainda segundo a revista, com a ajuda do agente de viagens Raphael Barão, Trento e Maximiano realizaram um churrasco a bordo de uma lancha no lago Paranoá, em Brasília, que teve a presença de três prostitutas trazidas de São Paulo. Flávio teria comparecido ao evento acompanhado de Alexandre Santini, à época amigo e sócio do senador na loja de chocolates que supostamente lavava dinheiro no esquema de "rachadinha" pelo qual o filho do ex-presidente foi investigado.
A revista diz que a festa durou das 10h30 às 15h, contou com uma compra no valor de R$ 1.949 em um restaurante e que Flávio desceu à cabina da lancha com uma das prostitutas ao longo do evento. Ao fim, Trento teria presenteado o senador com um Rolex, relógio de luxo.
Flávio Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o teor da reportagem da revista.
Em julho de 2020, o Brasil vivia um pico de mortes causadas pelo coronavírus. Prefeitos e governadores haviam decretado medidas para restringir a circulação de pessoas visando conter a disseminação da doença, fechando escolas, empresas, comércio e órgãos públicos.
A vacina contra a covid só chegaria ao Brasil no ano seguinte.
Trento, Maximiano e Barão foram investigados na CPI da Covid, no Senado, sob suspeita de lavagem de dinheiro, o que eles negam. Flávio defendeu a Precisa Medicamentos durante a CPI, chegando a elogiar a diretora da empresa, Emanuela Medrades.
O caso Covaxin acabou se tornando fator de desgaste para o governo Bolsonaro naquela época. Luis Ricardo Miranda, que era chefe da divisão de importação do Ministério da Saúde, relatou ao Ministério Público ter sofrido pressão incomum para assinar o contrato para a compra da vacina. A aquisição acabou suspensa.
A revista piauí diz que, três meses depois da festa na lancha, Flávio abriu caminho para que Maximiano fosse recebido pelo então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, com o objetivo de discutir financiamento para um novo empreendimento do empresário no ramo de telecomunicações.
Na época, quando a história veio a público, publicada pela revista Veja, Flávio disse que não mantinha relação comercial ou financeira com Maximiano.
Procurados pela revista, Trento e Maximiano também não se manifestaram.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Fique por dentro: Essas são as profissões que mais ganham com IA — e como se posicionar nelas
Saber onde a tecnologia gera valor pode ajudar profissionais a escolher o que aprender e como se destacar
Fique por dentro: Só 27% dos CEOs envolvem o RH nas decisões relevantes para o negócio, dizem líderes da área
Matéria exclusiva para assinantes.
Fique por dentro: Economia Arrecadação federal cresce no país e atinge marca expressiva
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.


%3Astrip_icc()%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fj%2FP%2FV3E5zRQ2esxKGeoZNQfQ%2Fwhatsapp-image-2026-10-21-at-11.18.38.jpeg&w=3840&q=75)
