Região: Flamengo já sabe quem do elenco poderia vender para resolver problema financeiro
Sem citar nominalmente todos os alvos, o dirigente revelou que a venda de duas joias no meio da temporada teria resolvido o déficit financeiro do ano.

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Consulte formatos e valores disponíveisO presidente do Flamengo, Bap, admitiu em reunião com conselheiros que a venda de jogadores poderia ter equilibrado as contas do clube em 2026. Sem citar nominalmente todos os alvos, o dirigente revelou que a venda de duas joias no meio da temporada teria resolvido o déficit financeiro do ano. As informações são do ge.
20 – Chapecoense: R$ 3,8 milhões 19 – Remo: R$ 5,5 milhões 18 – Mirassol: R$ 6 milhões 17 – Coritiba: R$ 8 milhões 16 – Vitória: R$ 9 milhões 15 – Bragantino: R$ 10 milhões 14 – Internacional: R$ 12,5 milhões 13 – Athletico-PR: R$ 14 milhões 12 – Botafogo: R$ 15 milhões 11 – Vasco: R$ 16 milhões 10 – São Paulo: R$ 18 milhões 8 – Grêmio: R$ 20 milhões 8- Fluminense: R$ 20 milhões 7 – Bahia: R$ 22 milhões 6 – Santos: R$ 25 milhões 5 – Atlético-MG: R$ 27 milhões 3 – Cruzeiro: R$ 30 milhões 3 – Corinthians: R$ 30 milhões 2 – Palmeiras: R$ 30 milhões 1 – Flamengo: R$ 37,5 milhões Um dos nomes nos bastidores é o do zagueiro João Victor, por quem a diretoria recusou ofertas na casa dos 10 milhões de euros (cerca de R$ 60 milhões), além de admitir ter errado ao recusar uma investida inicial de valor semelhante do Bragantino por Wallace Yan, negociado posteriormente por cifras menores.
Para reverter a frustração orçamentária que transformou um superávit previsto em déficit de R$ 40 milhões, a gestão rubro-negra projeta arrecadar entre 40 e 45 milhões de euros (R$ 238 a R$ 267 milhões) em transferências. Respaldado pela Comissão Permanente de Finanças sob o lema de “gastar menos e vender mais”, o mandatário garantiu que não vai comprometer as peças fundamentais do elenco principal.
O aperto no orçamento reflete investimentos pesados que não trouxeram o retorno financeiro esperado em premiações, a exemplo da milionária contratação de Paquetá, orçada em R$ 315 milhões. Além disso, a frustração com receitas de patrocínio master, a negociação não concretizada do atacante Plata e a queda na semifinal da Libertadores para o Estudiantes, impediram que o clube mantivesse o teto de gastos anunciado no início da temporada.
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