Região: Colégio francês no Rio pune alunos após símbolo nazista ser desenhado em trabalho escolar
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google O Lycée Molière, colégio francês localizado na zona sul do Rio de Janeiro, suspendeu dois estudantes após um episódio envolvendo o desenho de uma suástica, símbolo associado ao nazismo, em um material de ciências produzido por alunos. Segundo a instituição, os dois foram identificados como participantes do ato e tiveram suas famílias comunicadas antes da aplicação das medidas disciplinares.
O estudante responsável pelo desenho foi convocado, junto com seus responsáveis, para uma reunião com uma comissão educativa formada por representantes da direção, professores, pais e alunos. O grupo determinou que ele participe de atividades de reflexão e conscientização sobre ideologias totalitárias e receba acompanhamento escolar nos próximos meses.
Em nota enviada a VEJA, a instituição afirmou repudiar ideologias contrárias à diversidade, à tolerância e ao respeito e reafirmou seu compromisso com a inclusão. A escola também contestou informações que circularam sobre o episódio: esclareceu que o material danificado era um trabalho de ciências elaborado por estudantes, e não uma obra da artista plástica Marcela Bonfim. Leia o comunicado na íntegra:
“O Lycée Molière é uma instituição francesa internacional sem fins lucrativos comprometida com os valores da liberdade, da igualdade, da tolerância, do pluralismo e da luta contra todas as formas de discriminação. Nossa posição é inequívoca. Cada aluno deve poder estudar em nossa instituição em um ambiente de confiança e segurança, independentemente de sua origem, cor da pele, religião, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência, convicções ou opiniões políticas. Por sua própria natureza, a escola e sua comunidade acadêmica repudiam toda e qualquer ideologia que vá contra valores básicos de nossa existência, como diversidade, respeito ao próximo, tolerância e diálogo.
No caso em questão, ao identificar os dois alunos que participaram do ato de vandalismo, a escola informou suas famílias do ocorrido e suspendeu ambos imediatamente.
O aluno que fez o desenho e seus responsáveis foram convocados a participar de reunião com uma comissão educativa, formada por representantes da direção, do corpo docente, dos pais e dos alunos. A comissão decidiu que o referido aluno terá que participar de uma série de atividades de reflexão e conscientização sobre ideologias totalitárias e que ele deverá receber um acompanhamento escolar nos próximos meses.
A escola esclarece ainda que, diferentemente da informação que circulou e foi passada à imprensa, não houve vandalismo de nenhuma obra de arte, tampouco qualquer relação do ocorrido com racismo. O material danificado era um material de ciência elaborado por alunos e não uma obra da artista plástica Marcela Bonfim.
A comunidade acadêmica do Lycée Molière reforça seu repúdio em relação ao ocorrido e reafirma seu compromisso com a promoção de um ambiente escolar exigente, diverso e inclusivo.”
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Brasil é dominado pela Nigéria e registra recuo na Copa do Mundo Feminina Sub-17
Nesta quarta-feira (4), o Brasil perdeu da Nigéria por 3 a 1, pelas semifinais da Copa do Mundo Feminina sub-17, que ocorre em Marrocos.
Atualização: Veneziano refirma posição contrária ao retorno das bets
Segundo Veneziano, a defesa de que as plataformas de apostas online, que foram proibidas de atuar no Brasil por decisão do presidente Luís Inácio Lula da […]
Panorama: Sucuri de 4,5 metros deu bote em animal doméstico antes de ser capturada
CBMDF resgatou serpente e a encaminhou ao Cetras.












