Região: Campanha de Flávio minimiza pesquisa Quaest, mas defende resposta mais dura contra fake news
Leia mais (10/21/2026 - 12h57)

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Consulte formatos e valores disponíveisEditado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique
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Aumentar fonte Gabriela Echenique Brasília Os números da pesquisa Quaest que mostram Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) em empate técnico e uma queda na rejeição ao presidente da República foram minimizados pela campanha do bolsonarista, mas aliados de Flávio creditam os números às fake news divulgadas pelo PT.
Segundo aliados, a estratégia petista de sugerir que Flávio vai acabar com os programas sociais, principalmente o Bolsa Família, surtiu efeito nos últimos dias.
Por isso, defendem que a campanha reaja rapidamente e rebata as notícias. A avaliação é que a intensidade tem sido forte e isso impacta diretamente no voto do eleitor que ainda está indeciso.
Apesar disso, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que as oscilações ocorreram dentro da margem de erro e que isso é normal.
"Nosso tracking permanece estável. Temos que manter o foco da campanha, que está linda nas ruas de todo Brasil. O Flávio está trabalhando muito, fazendo tudo o que ele pode, estamos confiantes", disse ao Painel.
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A ordem é manter a estratégia que tem sido usada desde o resultado do primeito turno, que promove o medo contra Flávio Bolsonaro.
Integrantes da campanha comemoraram principalmente a queda na rejeição ao presidente Lula. A rejeição aos dois candidatos caiu no levantamento divulgado nesta quarta-feira (21), mas a do petista foi maior: passou de 53% para 47%.
A rejeição a Flávio Bolsonaro passou de 54% para 52%.
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