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Região: Atriz inglesa explica por que se tornou “doula da morte”

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por CNN Brasil 17 de outubro de 2026 às 17:12
Via CNN Brasil
Região: Atriz inglesa explica por que se tornou “doula da morte”
Foto: Foto: CNN Brasil
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A atriz e modelo inglesa Gabriella Wilde , 37, tornou público recentemente sua nova formação profissional: doula da morte . Em entrevista ao programa britânico "This Morning", a artista — que trabalhou em projetos como "Doctor Who" e "Mulher-Maravilha 1984" — explicou o que motivou sua decisão.

Uma doula da morte é uma profissional que oferece suporte emocional, espiritual e não clínico para pessoas no fim da vida e seus familiares. O objetivo é trazer mais conforto para pacientes terminais durante a passagem.

Juiz anula processo por crime sexual contra o ator Timothy Busfield Padre Fábio de Melo e mais: veja famosos que já desabafaram sobre depressão Mãe de RJ Mitte, de "Breaking Bad", diz que encontrou ator morto em casa "Comecei a treinar [à noite] enquanto ainda estava em 'Poldark' [drama histórico da BBC]", contou Gabriella. "Na verdade, meu treinamento começou quando iniciei minha formação em psicoterapia e, muito rapidamente, me interessei pela nossa relação com o luto e, depois, pela nossa relação com a própria mortalidade. E [eu] logo percebi o quão pouco falamos sobre isso", completou.

Segundo a atriz, ao realizar o trabalho como doula da morte, ela pôde descobrir que não somente estava mudando sua compreensão sobre a morte, mas como também a relação com a própria vida. "Tornou-se algo que realmente me transformou", afirmou.

Gabriella disse, ainda, acreditar firmemente que falar mais abertamente sobre a morte ajuda as pessoas e as famílias a se sentirem "menos isoladas".

"Acho que aprendi muito rápido que se trata apenas de estar presente e fazer a diferença", disse ela. "Há um processo acontecendo sobre o qual ninguém tem controle, então trata-se apenas de oferecer um apoio calmo e gentil para a família ou para a pessoa, e pode ser tão simples quanto estar lá e segurar a mão dela para que ela não se sinta sozinha."

Em entrevista concedida anteriormente ao jornal The Times, Gabriella revelou que perder a irmã mais velha há dois anos, devido a um tumor cerebral inoperável, a fez refletir.

"Foi a primeira vez que me deparei realmente com a pergunta: 'Onde ela está?' Ela estava tão presente na minha vida que eu pensava: 'Não consigo ligar para ela, e onde ela está agora?'", disse ela na ocasião.

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