Região: 9 melhores edições limitadas do Mega Drive
Nessa altura, a empresa se consolidou na indústria dos games como fabricante de consoles caseiros ao levar versões parecidas do hardware para praticamente todas
:quality(85)/474fc53e-b9ed-4042-a138-aaf0b1dad215.png)
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisPrefira o CT no Google Edição/Gabriel Cavalheiro, Canaltech Diferentemente de seu antecessor, o Mega Drive recebeu pouquíssimas edições limitadas e variações fabricadas pela própria SEGA. Nessa altura, a empresa se consolidou na indústria dos games como fabricante de consoles caseiros ao levar versões parecidas do hardware para praticamente todas as regiões do mundo, sem muitas mudanças.
Nessa época, a SEGA travava o que chamamos de Guerra dos Consoles com a Nintendo no início dos anos 1990. Mesmo nesse período, houve espaço para que fabricantes parceiras trouxessem o Mega Drive ao mundo de formas um tanto diferentes.
Nesse caso, a Tectoy pouco participou de variações emblemáticas do console no Brasil, embora tenha levado adiante o excelente trabalho de localização e distribuição marcado na era do Mega Drive.
Por esse motivo, é bem provável que você nunca tenha ouvido falar destas 9 edições limitadas marcantes do Mega Drive, pelo menos até ler esta matéria!
Lançado exclusivamente no Japão em setembro de 1994, o Aiwa Mega-CD é um leitor de discos da fabricante de eletrônicos Aiwa compatível com jogos de SEGA Mega Drive e Mega-CD, ou seja, é compatível tanto discos quanto cartuchos.
O ponto mais marcante desta variante é o seu formato esférico, que nada lembra o clássico 16 bits da SEGA. O hardware também acompanhava um controle de Mega Drive e, além disso, era possível acoplar um módulo do SEGA 32X (add-on que transformava o Mega em um console de 32 bits), embora para isso fosse necessário deixar o Aiwa Mega-CD totalmente inclinado.
O Teradrive nasceu em 1991 a partir de uma parceria entre a SEGA e a IBM, que pretendiam unir um computador pessoal de baixo custo ao console de 16 bits da empresa japonesa. Foram lançados três modelos do hardware, cuja principal diferença estava no armazenamento e na capacidade de memória RAM, que variava de 640 KB a 2,5 MB.
O Teradrive aceitava apenas cartuchos, embora originalmente tenha sido planejado para suportar o Mega-CD. O computador tinha certo grau de interação com o hardware do Mega Drive, mas os únicos softwares que funcionavam a partir dessa integração eram Puzzle Construction e The Manhole. O fruto da união entre SEGA e IBM também incluía teclado, mouse e monitor colorido, todos em plástico preto.
O Teradrive recebeu uma espécie de sucessor espiritual em 1992, na Europa: o Amstrad Mega PC. Embora não tenha relação direta com o primeiro hardware, o Amstrad Mega PC também foi fruto de uma parceria entre a SEGA e a Amstrad. O sistema não incluía softwares dedicados desenvolvidos pela fabricante japonesa e chegou ao mercado do Reino Unido por £ 999,99, valor considerado caro na época.
O Amstrad Mega PC também incluía um controle personalizado que vinha nas cores dos periféricos e do monitor, aquele tom de branco que amarela com o passar do tempo. Como a plataforma não tinha suporte aos módulos do 32X nem do Mega-CD, ela acabou se tornando uma verdadeira raridade.
Um dos modelos de Mega Drive mais futuristas, o Wondermega (ou JVC X'Eye na América do Norte) foi lançado em abril de 1992 e uniu o Mega Drive e o Mega-CD em uma única plataforma de alta qualidade, especialmente nos quesitos de som e vídeo. O console teve diferentes versões no mercado, entre elas o modelo RG-M1 da Victor, o SEGA Wondermega e o próprio JVC X'Eye.
A ideia do projeto era que a SEGA comercializasse o hardware em lojas de brinquedos, enquanto a JVC o distribuísse em lojas de eletrônicos, junto a outros produtos da marca. O console não chegou à Europa, embora a SEGA Europe tivesse planejado um lançamento no continente.
Embora a Tectoy não tenha lançado tantas edições especiais de Mega Drive quanto fez com o Master System, o Brasil não ficou de mãos abanando em relação a versões diferenciadas do console de 16 bits da SEGA. Esse é o caso do SEGA Multi-Mega, um "hardware híbrido" que unia o Mega Drive, o Mega-CD e um reprodutor de CDs portátil em um só aparelho.
O console era alimentado tanto via cabo de energia quanto por pilhas, tendo como foco um público mais maduro. O SEGA Multi-Mega incluía uma pequena tela de LCD que exibia a faixa musical em reprodução e contava com controles dedicados na carcaça. No Brasil, a plataforma chegou acompanhada de uma cópia de Night Trap, um dos títulos pivôs na criação do p olêmico sistema de classificação etária na indústria dos games.
Em um dos casos mais inusitados da história dos games, a SEGA se uniu à Japan Airlines para desenvolver o SEGA Mega Jet, um portátil com controles embutidos e entrada para cartuchos, mas sem tela própria. A ideia era que os passageiros da companhia aérea alugassem o console para jogar nas pequenas televisões de LCD instaladas nos apoios de braço dos assentos durante os voos.
Inicialmente, a companhia disponibilizava 24 cartuchos em cada avião, e o serviço estava disponível apenas para clientes da primeira classe ou da classe executiva. Posteriormente, a SEGA comercializou o aparelho para o grande público. O SEGA Mega Jet também ganhou uma versão veicular em parceria com a Alpine Electronics, compatível com os sistemas de navegação GPS integradas em telas nos bancos de carros.
Semelhante ao excêntrico SEGA Mega Jet, o SEGA Nomad é um Mega Drive híbrido (desta vez com tela integrada e seis botões) disponibilizado apenas na América do Norte. Os jogadores podiam utilizá-lo tanto como portátil quanto conectá-lo a TVs. O aparelho foi lançado em 1995, já à beira da quinta geração de consoles.
O SEGA Nomad acabou concorrendo diretamente com o Game Boy da Nintendo e foi prejudicado por essa disputa. Embora o portátil rodasse jogos do Mega Drive em resolução superior à do rival, sua tela LCD sofria com problemas severos de ghosting e borrões na imagem (ghosting).
Para não dizer que a Tectoy ficou de fora das variações do console de 16 bits da SEGA, a fabricante brasileira colocou no mercado, em 2008, o Mega Drive 3 com 86 jogos. Tratava-se de um modelo compacto do hardware original sem entrada para cartuchos. Essa versão incluía jogos de Mega Drive, Master System e até conversões de títulos mobile da Electronic Arts, como FIFA 08, Need for Speed: ProStreet, SimCity e The Sims 2.
O Mega Drive 3 com 86 jogos ficou marcado por trazer controles peculiares, com formato oval compacto no padrão de três botões. Já o design do console em si lembra bastante o de um roteador. Em 2010, o preço sugerido do aparelho era de R$ 339, em uma época na qual o salário mínimo girava em torno de R$ 510.
A Tectoy fecha a lista com o Mega Drive 4 Guitar Idol, um console todo branco com 87 jogos na memória, controles no padrão de seis botões e um acessório em formato de guitarra para jogar Guitar Idol. O game trazia claras semelhanças com Guitar Hero e Rock Band, tendo sido desenvolvido pela Interama Games e publicado pela Tectoy.
O console foi lançado em 2010 pelo preço sugerido de R$ 369. Posteriormente, o Mega Drive 4 Guitar Idol chegou a receber uma revisão que expandia a seleção para 100 jogos na memória e contava com suporte a cartão SD, o que facilitava rodar ROMs não licenciadas de Mega Drive e Master System.
Apesar do seu lançamento inicial ter acontecido há quase quatro décadas, o Mega Drive segue recebendo novidades até hoje, como os modelos modernos com resolução 1080p, conexões sem fio via Bluetooth e compatibilidade com os cartuchos originais produzidos pela Analogue.
O console de 16 bits da SEGA foi extremamente popular na Europa, na Austrália e no Brasil, além de disputar a hegemonia contra a Nintendo no mercado norte-americano durante a emblemática Guerra dos Consoles. O hardware é tido como um dos últimos sucessos da SEGA como fabricante, resultado de 5 maiores erros estratégicos antes de abandonar os consoles em 2001.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Entenda: Nova caravana de hondurenhos entra no México rumo aos EUA após vitórias democratas
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Entenda: “O Projeto” denuncia colonialismo e cobra responsabilidade da Europa
Trata-se do primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo, co-dirigido pelo fotógrafo suíço Yvan Rodic.
Fique por dentro: Bate-papo com Monja Coen na Bienal de Guarulhos tem ingressos remanescentes disponíveis 30 minutos antes do início
Com o tema “Guarulhos: Cidade que lê e faz história”, a Bienal conta […] O post Bate-papo com Monja Coen na Bienal de Guarulhos tem ingressos remanescentes disp














