quem é o deputado do PL detido por atirar em balada — "Moral cristã"
Ele foi liberado por ter imunidade

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisReprodução São Paulo — Detido na madrugada desta segunda-feira (10/10) após atirar dentro de uma balada na zona sul de São Paulo, o deputado estadual Marcelo Aguiar (PL) afirma ter “valores cristãos” e atuar “pela defesa da família”. Ele ficou preso porque tem imunidade política.
Segundo a biografia do parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Marcelo Aguiar é economista, gestor público, casado e pai de dois filhos. “Sua atuação parlamentar é pautada por firmeza ética, preparo técnico e sensibilidade social”, diz a descrição.
Nascido em 1973 e eleito deputado estadual em 2022, ele é membro titular da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e presidiu a CPI da Pedofilia.
Antes de assumir o cargo na Alesp, Aguiar foi eleito vereador da capital paulista em 2008 e deputado federal por São Paulo em 2010, posto que ocupou por dois mandatos. “Em todas as funções públicas que exerceu, demonstrou compromisso com a transparência, com a boa gestão dos recursos públicos e com pautas que fortalecem os direitos sociais e os princípios da moral cristã na sociedade”, afirma a biografia. Ele não conseguiu a reeleição em 2026 .
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP Frequência de envio: Diário
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Em destaque: Deputado do PL é detido após disparo de arma em bar de São Paulo e acaba liberado
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Panorama: Ex-balconista de farmácia mobilizou trabalhadores para reduzir jornada
A partir de dezembro deste ano, os trabalhadores brasileiros terão direito a dois dias de descanso semanal, em vez de um, como é atualmente.
Entenda: TSE dá 24h para Meta comprovar medidas tomadas para garantir igualdade entre campanhas
Segundo o ministros, os prazos já se esgotaram e não cabe à empresa fixar prazos por conta própria, diferentes dos ficados pelo TSE, passando de 72 horas para c


