Por que Luis Enrique está tranquilo com queda de produção de reforço do PSG — ‘Não se preocupem’
Apesar da grande fase coletiva, um dos reforços para 2026/27 enfrenta seu primeiro momento de instabilidade nos Parisienses: Ferran Torres.
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Consulte formatos e valores disponíveisAntes da pausa para a Data Fifa, o PSG ampliou sua sequência de vitórias para 11 partidas depois do 1 a 0 sobre o Troyes, no Parc des Princes, pela Ligue 1. Apesar da grande fase coletiva, um dos reforços para 2026/27 enfrenta seu primeiro momento de instabilidade nos Parisienses: Ferran Torres. Entretanto, Luis Enrique não está preocupado.
Titular no sábado (7), o atacante espanhol foi substituído aos 25 minutos do 2º tempo com quatro chutes a gol, mas desperdiçando todas as grandes chances criadas. Como consequência, Torres chegou à nona partida consecutiva — incluindo seleção — sem balançar as redes, cujo jejum motiva críticas por parte da torcida e da imprensa.
Warren Zaïre-Emery, que viu sua finalização perigosa de cabeça raspar a trave, reconheceu que o PSG “precisa ser mais eficiente para marcar gols e ampliar suas vantagens”. Perguntado sobre a oscilação de seu compatriota, o técnico espanhol adotou um discurso para resgatar a confiança de seu camisa 9 a nível individual.
No início de 2026/27, todos estavam preocupados com Mika Godts, não com Ferran, e agora é o contrário. Não se preocupem com nenhum jogador do PSG. É normal que atacantes percam gols, o que é fundamental para mim é que continuem criando chances claras — disse Luis Enrique em coletiva.
Autor do gol do título do bi da Espanha na Copa do Mundo, o atacante de 26 anos foi comprado em agosto junto ao Barcelona por 50 milhões de euros (cerca de R$ 300 milhões à época). Além de suprir a carência deixada por Gonçalo Ramos, que se juntou ao Milan, Ferran Torres também foi um pedido do treinador por se encaixar perfeitamente em sua filosofia.
Mais do que a versatilidade de poder atuar em qualquer função no sistema ofensivo, o camisa 9 dos Parisienses é ativo na participação sem a posse de bola, exercendo a pressão sobre a saída adversária e também se movimentando pelo último terço para gerar espaço para seus companheiros.
E o início no PSG não poderia ter sido melhor para Torres: sete gols nas primeiras seis partidas, mesmo sendo utilizado como substituto em metade desses confrontos. Só que, desde que retornou dos compromissos de La Roja na Liga das Nações, o atacante espanhol parece ter perdido a confiança na conclusão das jogadas.
Como consequência, Ferran Torres voltou ao banco em partidas importantes dos Parisienses, como na goleada por 6 a 0 sobre o Villarreal, na terça-feira (3), quando Senny Mayulu e Maghnes Akliouche começaram jogando nas ausências de Ousmane Dembélé e Khvicha Kvaratskhelia (ambos lesionados).
Cabe ressaltar que, no Barça, o camisa 9 também era cobrado pela irregularidade, o que ajuda a explicar porquê o comandante espanhol tem sido tão verbal para protegê-lo. Luis Enrique valorizou o esforço de Torres para se colocar em posição favorável para arriscar, alegando que é apenas uma questão de tempo para ele reencontrar o caminho do gol.
Lembro-me do ano passado, em que tivemos jogos em que finalizamos 20 vezes e no final perdemos. Há jogos em que somos mais eficientes e outros em que somos menos, e isso é futebol — finalizou o técnico do PSG.
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