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Polícia Militar libera apuração sobre policial dono de pizzaria que barrou clientes de esquerda

(Foto: Reprodução/Redes Sociais) A Polícia Militar informou que abriu um procedimento para apurar a conduta do sargento João Paulo Ramos, dono de uma pizzaria,

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 19:45
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Polícia Militar libera apuração sobre policial dono de pizzaria que barrou clientes de esquerda
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Polícia Militar abre apuração sobre policial dono de pizzaria que barrou clientes de esquerda. A Polícia Militar informou que abriu um procedimento para apurar a conduta do sargento João Paulo Ramos, dono de uma pizzaria, que pediu para pessoas de esquerda não frequentarem o estabelecimento, no bairro de Jardim Oceania, em João Pessoa. A informação foi confirmado pela corporação ao Jornal da Paraíba, nesta quinta-feira (29).

João Paulo Ramos é um policial militar lotado no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). Também nesta quinta-feira (29), o Ministério Público de Contas (MPC) havia pedido o afastamento dele do cargo junto ao tribunal e, minutos depois, o TCE-PB negou o pedido liminarmente.

De acordo com a Polícia Militar, o Tribunal de Contas já havia informado a corporação sobre as publicações nas redes sociais e o comando respondeu que abriu o procedimento para apurar os fatos.

O MPC de Contas havia pedido que o sargento retornasse para a Polícia Militar enquanto o caso da publicação é investigado.

No entanto, houve uma negativa do TCE-PB, que partiu do conselheiro Deusdete Queiroga. O documento para negar o afastamento do PM do tribunal foi assinado na tarde desta quinta-feira (29). Como argumentos, o conselheiro afirmou que:

O Jornal da Paraíba entrou em contato com o dono da pizzaria, que não havia respondido até a última atualização desta reportagem.

Os procuradores que assinaram o procedimento pedindo o afastamento, Manoel Antônio dos Santos Neto e Marcílio Toscano Franca Filho argumentam que é necessário esclarecer a participação do militar na publicação e verificar se houve recusa efetiva de atendimento a consumidores.

O episódio também levou o Ministério Público da Paraíba (MPPB) a abrir uma Notícia de Fato para apurar possível discriminação por convicção política.

#João Pessoa#Belém#Cidades#Polícia
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