Polícia Federal apura possível saída de Flávio Bolsonaro para os EUA
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

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Consulte formatos e valores disponíveisPolícia Federal investiga possível saída de Flávio Bolsonaro para os EUA Por CRISTINA 27 de Outubro de 2026 às 12:34 Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência | Reproduçao A Polícia Federal (PF) entrou em contato com autoridades da Argentina para esclarecer informações divulgadas pela imprensa local sobre uma suposta viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos, com partida a partir de Puerto Iguazú, na província de Misiones. Até o momento, autoridades argentinas informaram que não há registro oficial da entrada do parlamentar no país.
A informação foi publicada pelo portal argentino Infobae, que noticiou a possibilidade de Flávio ter cruzado a fronteira utilizando um documento de identidade e planejado seguir para os Estados Unidos em uma aeronave particular. Segundo o relato, o voo sairia de Puerto Iguazú com destino ao território norte-americano.
O jornal La Nación informou que havia previsão de partida de uma aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, com quatro passageiros e três tripulantes. A decolagem, porém, teria sido cancelada após um dos passageiros não chegar ao local, conforme fontes da Polícia de Segurança Aeroportuária argentina. A polícia da província de Misiones afirmou que o avião permanece em Puerto Iguazú.
Apesar das informações divulgadas pelos veículos argentinos, não há confirmação oficial de que Flávio Bolsonaro tenha viajado para a Argentina ou embarcado rumo aos Estados Unidos. O aeroporto e as autoridades policiais também teriam informado que não havia plano de voo registrado em nome da família Bolsonaro. Rogério Marinho, coordenador-geral da campanha do senador, declarou ao portal Metrópoles que Flávio não deixou o Brasil.
A apuração ocorre após o senador relatar ter sido abordado pela Polícia Federal em Brasília. Segundo as informações divulgadas, a corporação solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a apreensão dos passaportes de Flávio e a proibição de deixar o país, no âmbito de uma investigação sobre suspeita de lavagem de dinheiro. O advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador, também é investigado.
Flávio Bolsonaro nega as acusações e afirma ser alvo de intimidação. Até o momento, as informações sobre uma possível saída do país seguem sem confirmação oficial, enquanto a Polícia Federal busca esclarecimentos junto às autoridades argentinas.
O caso também envolve informações sobre a empresa Baires Fly S.A., apontada como responsável pela aeronave mencionada nas reportagens. A companhia tem Luis Grande como presidente e proprietário oficial, mas, segundo a imprensa argentina, há investigações sobre uma possível ligação com Sergio Daniel Mastropietro, citado em apurações relacionadas a suspeitas de irregularidades na Agência Nacional de Discapacidad (ANDIS). Não há, nas informações apresentadas, confirmação de que essa investigação tenha relação direta com a suposta viagem do senador.
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